Contos da Taberna: Precursores do Mal

Capítulo IV: O Conflito
Lörindir corre para pegar seu arco coloca a aljava de flechas nas costas
_Onde está Ranadin? Onde está nosso vigia? Ilyaturë… prepara-te! eles estão próximos… consigo ver o brilho vermelho do fogo das tochas.
_Amigos… eis que é chegada a hora que infelizmente todos aguardávamos… Eles estão chegando, cruzaram o vale e entraram em nossas terras. Não tenham clemência, pois eles não terão de nós. – E olhando para todos os presentes na Taberna – Vou precisar de todos os presentes… elfos, meio-elfos, feiticeiros, anões, hobbits, humanos… todos unidos para defender nossa taberna. À luta amigos, em defesa de nossa taberna!
Logo após, segue para cima da torre onde terá uma melhor visão das tropas que se aproximam e fixando seus olhos no horizonte, pensa “Eles chegarão aqui em menos de minutos, espero que tenhamos força para suportar a primeira investida”.
De cima da torre, avista um vulto mexendo-se muito rápido e entrando na taberna. Eis que surge o Ladino Ranadin
_ Senti que era necessário por estas regiões! – responde Ranadin- Senti que a Hora Escura se aproximava, então voltei. Ajudarei vocês neste momento de aflição, meus caros!!!!
Enquanto Lörindir prepara a investida, Ranadin observa…
_ Uma frota orc às 12 horas, um exército Uruk-Hai às 8, e uma pequena frota warg às 6 horas. Lörin, siga pelos Uruks!!! Vou-me ao encontro dos orcs nesse momento!!! – Ranadin em um salto, sai da torre em direção aos inimigos.
Enquanto isso, Ilyaturë, armada de seu arco e flecha, segue juntamente com os outros combatentes.
- Eles se aproximam muito depressa! Tomara que tenhamos força! (mais…)
08/05/2010 | Categorias: Histórias & Contos, Uncategorized | Tags: Contos, Histórias, Precursores do Mal, Taberna dos Bardos | 1 Comentário »
Contos da Taberna: Precursores do Mal

Capítulo III: O Chamado
Rômulo, de pé olha indignado para Carlos:
_ Desculpe Carlos, mas você disse que ajudaria sentado aqui… Acredito que da onde estivermos não dará mais pra ouvir sua bela melodia!! Você virá????
Carlos dá um salto da cadeira onde estava e olhando para Rômulo, responde:
_ E perder uma batalha épica? Mas diga, quando começará a carnificina? Quero ver o sangue de bastardos pingando de lâmina de espadas, gritos mudos de gargantas perfuradas pelas flechas dos elfos, corpos caindo diante as magias de nossos sábios feiticeiros.. Ah! Nada mais inspirador.
Rômulo, com um sorriso no rosto responde:
_ Estes fatos também me inspiram… Ótimo, então somos em 9 e partiremos assim que o Júlio regressar!
Julio André atravessa a porta em silêncio, com uma sacola de viagem nas costas. Anda até uma das mesas e larga ela em cima.
_ Pois bem, voltei. Devo dizer que minha estirpe jamais foi de guerreiros. Nenhum dos meus antepassados empunhou uma espada numa guerra de verdade. Mas meu pai guardava algo em casa desde sua juventude.
Pega a sacola e de dentro dela tira uma espada. Não muito comprida ou de aparência nobre, mas que tinha várias pedras incrustadas em seu cabo.
_ Segundo o meu pai, essa espada um dia pertenceu a um feiticeiro de terras além mar que visitou nossas terras. Ela teria sido forjada por anões de uma montanha que exalava um poder único. Foi parar nas mãos de nossa família sabe-se lá como, e desde aquele tempo é guardada por nós. Realmente não sei se isso seja verdade, ou apenas uma história que inventaram para impressionar as crianças. Mas de qualquer jeito, tendo esta espada poder ou não, vou erguê-la para cortar os pescoços de quem acabou com minha história, com minha linhagem e os que amei.
- Recebi novas notícias. Precisamos nos apressar, as tropas inimigas marcham muito rápidas. Várias frentes já estão sendo erguidas, gente de todas as cidades e vilas estão se unindo para tentar enfrentá-los. Mas está sendo difícil, os invasores usam uma magia muito negra, que quase ninguém deste canto do mundo conhece.
Amigos, vos digo, estamos muito próximos de perdermos nossas vidas. Mas a vida de nenhum de nós será perdida em vão! Entregaremos até nossa última gota de sangue para defender nossa pátria e a quem amamos!
01/05/2010 | Categorias: Histórias & Contos, Uncategorized | Tags: Contos, Histórias, Precursores do Mal, Taberna dos Bardos | 1 Comentário »
Contos da Taberna: Precursores do Mal
Capítulo II: O Exército
Surge na porta da Taberna mais um viajante… Julio André, que adentra silenciosamente a taberna e, retirando o capuz que cobria a cabeça, diz:
_ Estou realmente temeroso de que estejamos nos encaminhando por uma guerra absoluta – Retira de dentro da capa um pergaminho, o desenrola e o lê em voz alta:
“Más notícias. Lembras daqueles barcos desconhecidos que rondavam nossa costa? Dois deles atracaram em nosso porto, e uma legião de seres estranhos desembarcou, destruindo tudo o que encontram pela frente. mataram vários de nossos homens, incendiaram casas, violentaram algumas mulheres e não tiveram piedade nem mesmo com as crianças. Por sorte os elfos que tem seu reino aqui por perto nos auxiliaram prontamente e conseguimos expulsá-los. Mas é tudo momentâneo. A cada dia aparecem mais navios, e a costa vai se pintando de negro. Não temos a menor idéia de quanto tempo poderemos suportar os ataques; já tratamos de esconder em locais seguros nossas mulheres, filhos e anciões, e igualmente não sabemos por quanto tempo se manterão a salvo. Envio-te este escrito como um aviso, esteja você e todos de sua região preparados, pois uma força muito poderosa se aproxima.
Cheio de dúvidas e temeroso,
Seu irmão.”
_ Ele não diz aqui, mas eu sei que aconteceu. Uma das mulheres violentadas foi a do meu irmão. E mataram o filho deles. Não sei quanto a vocês, mas a sede por sangue se tornou insuportável dento de mim, e estou disposto a perder minha vida para ter de volta a honra de minha família.
Diogo, com um rosto demonstrando compaixão, vira-se para Julio André
_ “Também sofri muitas perdas ao longo de meu caminho, e sei bem como é lidar com elas – Em voz alta e olhando para todos – Se há alguém aqui que tenha domínio sobre as forças arcanas e queira juntar-se à nós, diga me para que unamos nossas forças nessa empreitada.
Ele coloca a mão sobre o ombro do mensageiro
_ Desde que perdi a todos que tinha, minha vida não me pertence mais, fiz um juramento de me sacrificar pela humanidade e combater as forças que um dia tiraram quem eu amava de mim…
Gustaf, ouvindo a conversa se manifesta prontamente em auxílio ao companheiro:
_ Não domino forças arcanas, mas sim necromante. Podem contar comigo, estou aqui para isso.
Rômulo olha para o mensageiro e diz:
_ Sua família será vingada meu irmão… – Vira-se para todos os presentes, com punho cerrado e olhos preocupados:
_ Isto é o que espera à suas terras, e não demorará muito, assim que as defesas do sul serem derrubadas, tudo de belo que conhecemos será convertido às cinzas e pó. Agradeço à tua ajuda Lia, e se eu precisar, juro que dou um grito e te chamo!
Então Rômulo olha para seus novos companheiros e diz:
Lörindir, Elder Oberon, Júlio André e Gustavo… Agradeço a vocês por ouvirem a ajuda de um irmão, e tenham certeza de uma coisa – Ele cerra mais uma vez os punhos e bate com força na mesa, quase derrubando a caneca do BG(sem querer querendo) – Nossos nomes serão lembrados, não pela derrota ou pela vitória, mas sim pela bravura e coragem demonstradas…
Lorindir vira-se para o companheiro, olhando fixamente, depois põe as mãos sobre a mesa, abaixando a cabeça e dizendo:
_ Independente de sermos lembrados, independente de vitória ou derrota, independente de qualquer coisa, devemos ajudar porque bem sabemos que precisaremos também da ajuda – E num brado ele convoca todos – Às armas!
Ami se manifesta à favor da batalha recitando alguns versos:
_Ajudarei vocês com meus conhecimentos clericais.
Não há glória na covardia, e a sangrenta noite nos aguarda
Seguiremos a estrada da tormenta
E morreremos por nosso país!
Honraremos nossos antepassados!
Diogo, novamente olha para os presentes
_Caros amigos acho q somos só nós nessa perigosa empreitada, ainda desconheço os poderes das forças necromânticas porque donde venho não são muito comuns, mais tenho certeza que são tão poderosas quanto qualquer outra. Vamos?
Druida Lugaid , saindo da taberna anuncia mais ajuda:
_ Trarei um grupo de druidas em três dias. Lutem por suas vidas e pelo hidromel Até minha volta. Não poupem nenhum deles!
O tempo é inimigo nestes tempos sombrios para os companheiros da taberna, o ar está pesado.
Julio André sentado num canto, calado, pensativo, mirando apenas o fundo da caneca é surpreendido por um falcão adentra pela janela, lançando mais um pergaminho enrolado. Ele pega o pergaminho, baixa a cabeça e pensativo fala com os outros…
_ Isso não é bom.
Ele lê o pergaminho, com o rosto muito transtornado.
– Não tenho mais família – diz ele, andando em direção ao fogo lançando o pergaminho nele, observando-o ser consumido pelas chamas – Mataram meu irmão. Todo o leste está devastado, e as hordas marcham para cá. Creio que devamos nos prepara de vez. Irei para minha casa buscar algo que há muito tempo não mais usei.
Ele coloca o capuz sobre a cabeça e sai da taberna sem olhar para os outros. Logo se ouve o barulho de cascos ficando cada vez mais longe.
Ilyaturë levanta-se e chama a atenção dos presentes dizendo:
_Olá amigos da Taberna! Estou sempre aqui, e se precisarem de forças élficas, estarei à postos para ajudá-los em vossa batalha. Tenho arco, flechas e muita coragem para enfrentar o Grande Mal que assombra os povos.
Ainda em pé, levanta a caneca do Blind Guardian cheia de Hidromel.
_ Quem mais está conosco?
Rômulo levanta-se também, com um rosto preocupado:
_ Se é verdade o que dizia no pergaminho de Júlio, logo estarão aqui! Creio que temos que ir rápido para a Taberna do Sul, salvá-la e reunir o máximo de ajuda por lá e voltarmos de pressa; pois acredito que a batalha real será neste solo, suas terras!
Römulo olha para todos os companheiros reunidos ali e diz:
_ Concordam comigo de que assim que Júlio retornar de sua casa, é hora de partir. Assim teremos tempo de
mais alguém chegar e se juntar à nós! Parece que estamos em 7 (Ami, Ilyaturë, Lörindir, Römulo, Elder Oberon, Gustavo, e Júlio quando retornar)
Então ele olha para a clériga Ami e da elfa Ilyaturë
_ Fico maravilhado pela coragem das mulheres desta terra, se assemelham as da minha!
Enquanto espera a chegada de Júlio, Römulo senta e pede uma jarra de meio litro de hidromel.
Lörindir, sentado em um canto diz ao grupo:
_ Rômulo, Ily… assim que houver o retorno partiremos em socorro… Meu cavalo está pronto, minha caneca do BG está preparada… creio que voltaremos antes de a Grande Onda, que é como tenho chamado a invasão que se aproxima, chegue dentro de 2 dias… não muito mais que isso… certamente retornaremos com reforços das terras longínquas e varreremos as hordas do mal.
Lörindir toma o hidromel que está em sua caneca
_ Amigos, tenho afazeres na cidade, voltarei antes do retorno do Júlio… e assim poderemos partir em nossa jornada para ajudar Rômulo. Harya vanima aurë
Lörindir sai da taberna e segue em sua jornada solitária.
10/04/2010 | Categorias: Histórias & Contos, Uncategorized | Tags: Contos, Histórias, Precursores do Mal, Taberna dos Bardos | 4 Comentários »
Contos da Taberna: Precursores do Mal
Capitulo I: Mudanças
Eis que por algum tempo tivemos paz e alguns chegaram realmente a acreditar que o mal estivesse derrotado definitivamente, mas não é assim, por vezes ele foi derrotado e por outras tantas levantou-se e nos atacou com força sempre superior que a anterior. Mas, nós… Elfos, Meio-Elfos, Anões… seres ligadoa à natureza sentíamos sempre uma leve mudança no ar, na água, no clima… coisas imperceptíveis para humanos normais. Porém ultimamente a mudança tornou-se muito visível à todos e pequenos sinais do que viria estavam aparecendo.
Camila Lima adentra a taberna ofegante e da porta avisa aos presentes:
_As tabernas do sul foram invadidas por orcs saqueadores … todo hidromel foi perdido…
Lörindir entra pela porta da taberna…
_ Estive longe por um tempo, mas sei de rumores de uma invasão? Ily, Moisés, amigos… toda ajuda é bem-vinda em tempos de crise… Minhas flechas anseiam por beber mais sangue inimigo… Eles mandaram alguns batedores à taberna, mas foram rechaçados. Deixamos que um deles voltasse de onde veio como forma de avisar aos outros… Pois que venham… Estamos preparados para qualquer invasor… não tomarão a taberna… NUNCA!
Lörindir bate sua caneca do Blind Guardian na mesa de madeira, fazendo com que a vela que ilumina o local balançasse, quase tombando. Os outros olha para ele e vêem a chama da batalha em seus olhos
_ Mas… enquanto isso, temos que nos preparar… Fastolph, meu amigo… pode trazer hidromel?
Ao longe podemos ouvir cascos de cavalo apressadamente tocando o chão e parando próximo aos estábulos. As portas da taberna são bruscamente abertas por Rômulo:
_Venho de terras sulistas, e trago péssimas notícias para seu povo! Já estou cavalgando à 5 dias (calos na bunda, estão me matando). Minha terra natal acaba de ser rechaçada por uma enorme horda de Orcs e Trolls, grandes guerreiros valorosos foram mortos, porém muitos sobreviveram e foram à outras terras vizinhas avisar sobre o perigo que se aproxima. A velha Taberna Sulista está sitiada e corre grandes riscos de ser derrotada… Venho humildemente à vocês – Ele agacha-se – Sob ordem do regente da terras da Taverna Sulista, clamar por auxílio nesta batalha! – Poe-se de pé novamente – Alguém que esteja presente, nesta Taverna que nossos antepassados brindaram e partilharam vosso Hidromel, sentaram e contaram histórias de seus grandes feitos, suas campanhas e suas conquistas e agora esperam por nós nos salões de Mandos, se habilita de me acompanhar nessa corajosa, porém incerta campanha!?!?!
_ Claro meu bravo irmão do metal. Hail and kill! – Gustavo manifesta-se à favor:
Lörindir está sentado em um canto escuro, fumando cachinbo…
_ Rômulo, sempre que necessitam de ajuda, certamente os irmãos daqui desta taberna sairão em auxílio. -
Lörindir levanta-se, coloca sua caneca do Blind Guardian na mesa e vai em direção ao camarada que solicita ajuda – Eu irei, alguém mais me acompanha? Gustaf também? Quem mais? Lembrem-se que a ajuda será bem vinda por estas terras quando nós necessitarmos…
Rômulo olha em volta, procurando alguma manifestação de solidariedade:
- Será que seremos os únicos à sair nesta contenda? – Rômulo se vira para a porta; com um olhar sem esperança ele avista o horizonte em direção ao sul e abaixa a cabeça.
Repentinamente, Lörindir põe a mão em seu ombro, e um sentimento de esperança enche em seu coração flagelado pela dor; ele encara Lörindir com um sorriso e diz:
- Não vai levar sua caneca?
Neste mesmo instante, um Mago, adentra a taberna…
_Eu, Elder Oberon Mago das Terras do Oeste venho á essa terra a procura de conhecimento e riqueza… Se esta jornada puder me oferecer isto então os acompanharei.”
Ele vira-se para Lörindir e indaga: Onde comprastes essa caneca magnífica?
_Amigo Mago, por andanças em terras distantes (galeria do rock) eu consegui tal tesouro. Mas junte-se à nos na contenda, certamente haverá muito hidromel e carne de javali para ser apreciada no regresso dos vitoriosos.
14/03/2010 | Categorias: Histórias & Contos | Tags: Contos, Histórias, Precursores do Mal, Taberna dos Bardos | 9 Comentários »






