Entre, pegue uma bebida e fique à vontade… Não repare a bagunça!

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A arte e o prazer da Cerveja – Cap. II: Dark Lager

Ainda sofrendo da total falta de assunto para escrever, voltamos com a série de posts sobre o líquido sagrado, abençoado por Deus (pelos deuses pagãos, e também pelos frades durante seu período de jejum), a Cerveja. A princípio, o post seria sobre cerveja Schwarzbier, mas serei um pouco mais abrangente, falando sobre o estilo Dark Lager. Portanto, para vocês que estão nos lendo na Acadêmicos do Pink Floyd, ou na Taberna dos Bardos, sentem-se, peguem seu mug, encham com uma Eisenbahn Dunkel, e aproveitem o texto.

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A arte e o prazer da Cerveja – Cap. I: Cerveja Pilsen

Por total falta de assunto para escrever, inicio agora uma série de artigos, que serão publicados nos blogs Acadêmicos do Pink Floyd e A Taberna dos Bardos, sobre mais uma paixão nacional, além de carro, futebol e bunda: Cerveja! Isso mesmo, meus queridos (e principalmente, queridas). Muito se fala sobre cerveja, mas poucos sabem como apreciar adequadamente uma bela cerveja, ou mesmo sabem com quais pratos um determinado tipo de cerveja se harmoniza, levando quem consegue esta proeza à um êxtase gustativo indescritível.

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The Bard’s Tavern – Chapter IV: Today

Há pouco tempo retornei à taberna. Por algum motivo não pude sair de Midgard, motivos estes que desconheço ainda. Portais tradicionais, como Stonehenge e o Triângulo das Bermudas se encontravam selados. Magias do tipo Warp não funcionavam. Consegui manter comunicação, mas o tempo era limitado. Fora terremotos, chuvas incessantes e, mais recentemente, um vulcão que entra em erupção, me faziam crer que algo estava errado…

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Golden Lion Tamarin Enigma – Chapter II: The Quest

Como eu havia dito antes, certas questões foram mantidas longe do conhecimento público. Não seria diferente com “A questão dos Micos”, já que era um assunto do qual muitos anciões não gostavam nem de lembrar. Até aquele dia…

As informações que tínhamos na época diziam que Hansi Kürsch se alimentava de micos para manter sua potência vocal elevada e o timbre de sua voz cristalino. Em um determinado período da história, inicia-se o tráfico de micos dourados das florestas brasileiras. Alguns anciões dizem que membros da BGB faziam parte do esquema, e que a logística de transporte era feita por anões de jardim.


Golden Lion Tamarin Enigma – Chapter I: Origins

Essa história remete a tempo antigos, e de tão antiga que é essa história, muitos acabaram por aumentar os fatos envoltos nela. Como eu estava presente no início, pude acompanhar a origem da discussão e o rumo que ela tomou. Creio que o que direi aqui não esclarecerá muitas dúvidas, mas trará à luz da realidade a verdade por detrás da fantasia.

Era o Ano de Nosso Senhor de 2006. Idade das Trevas. Enquanto os taberneiros originais contavam seus feitos e comemoravam com muita bebida e música na antiga choupana que viria a dar origem à taberna que conhecemos, um grupo de curiosos resolveu se aventurar pelo desconhecido mundo de questões esquecidas da BGB. Em uma dessas aventuras, foi levantada novamente a questão dos Micos Dourados.


Quenta Muilion – Cap. VII. A análise do Parma Muilion

Quenta Muilion

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Dois dias se passaram desde que voltamos à Taberna. A manhã está quente e abafada e um vento sul sopra trazendo ainda mais calor. O sol nascente ao leste está avermelhado e ainda é possível ver resquícios da noite ao oeste.

A Taberna está mal iluminada e Lörindir conversa com Fastolph que mal pode ser visto atrás do balcão. (mais…)


Quenta Muilion – A História dos Segredos. Cap VI – O Retorno à Taberna

 

Quenta Muilion

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Após a descoberta do Parma Muilion nos recolhemos para o merecido descanso e dois dias depois do dia do Conselho decidimos partir. Já se passaram 11 dias desde que o Primeiro Grito foi ouvido. Na manhã do dia da partida, antes mesmo de o sol nascer, preparamos oito mochilas com suprimentos para o retorno à Taberna e um pequeno carregamento de Lembas que é o suficiente para alimentar mais de uma dúzia de hobbits famintos ao longo de um mês todo, além de dois galões de miruvor. As mochilas foram divididas entre todos nós e a carga de Lembas foi alojada em um cavalo que nos acompanharia. (mais…)


Quenta Muilion – A História dos Segredos. Cap V – O Livro dos Segredos

 

Quenta Muilion

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– Amigos – diz Celeborn – É uma pena que nosso Conselho esteja terminando assim. Caso ninguém tenha algo a contestar, decido que os Três do Centro deverão retornar à Taberna e organizar uma busca aos Muili. Quem, dentre os membros deste conselho, quiser acompanhá-los, sinta-se livre para ir. Mas ninguém que não tenha participado deste Conselho, a não ser os membros da Taberna dos Bardos escolhidos pelos Três, poderá saber do que foi tratado aqui. A segurança da Terra Média depende desta missão. Caso os Muili sejam encontrados pelo inimigo e destruídos, o equilíbrio entre o Bem e o Mal ficará comprometido e Melkor poderá voltar. Se a lâmina de Angmacil sucumbir, a corrente Angainor que prende Melkor no vazio, também irá se romper e a Escuridão irá predominar novamente. O Destino daqueles que vivem na Terra Média depende da segurança dos Muili. Amigos, quem decidir seguir nesta tarefa, que vá em paz. Aqueles que optarem pela tranqüilidade de saber que alguns estão lutando por sua segurança, que vão em silêncio. Declaro encerrado o Conselho Prateado. (mais…)


The Bard’s Tavern – Chapter III: Dark Ages and the New Generation

Pensam que a história acabou? A história nunca acaba… Um novo ciclo sempre se inicia ao fim do ciclo atual… Pode parecer que a história acaba aqui, mas ela sempre continuará… Pode não ser assim tão cedo, mas um novo capítulo será escrito um dia…

Mas vamos ao que interessa… Apenas uma filha ficou (Beth, a quem muitos atribuem o título de taberneira oficial), a taberna ainda estava aberta, embora o movimento estivesse fraco ainda. Voltei a freqüentar a taberna mais vezes, e com o tempo, novos freqüentadores foram aparecendo. Alguns apenas de passagem, outros ficando por mais tempo. Há aqueles que estão conosco até hoje, como Gustäf, Marin (que foi deixada aqui ainda bebê, mas foi criada por uma família das redondezas), Lörindir, Nessa Eärfalas…

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Quenta Muilion – A História dos Segredos. Cap IV – O Conselho Prateado Parte II

 

Quenta Muilion

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Após comermos em silêncio e relembrarmos as palavras de Elladan todos voltamos ao círculo do Conselho. Elrohir, irmão de Elladan toma a palavra.

– Sim, amigos. Esta é a verdade sobre o poder dos Muili. Ninguém que os guardam pode vê-los para não desejá-los. Aratan era cego para que pudesse criar os Muili concentrando apenas seus sentimentos ao criá-los. Ele deveria se concentrar apenas no poder dos Muili, e não em sua beleza.

Ele abaixou a cabeça e se sentou. Seu pai, Elrond, então se levantou.

– Os três Elfos que guardam os Muili receberam os Arcos e o Elmo. Os três Guardiões Élficos que receberam seus Muili das mãos de Aulë ainda estão vivos e caminhando cegamente pela Terra Média, mas seu paradeiro é totalmente desconhecido. (mais…)


Quenta Muilion – A História dos Segredos. Cap III – O Conselho Prateado Parte I

 

Quenta Muilion

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Chegamos em Carrocha e fomos recebidos por Ráorn que resistiu à minha presença e só se acalmou após a intervenção de Radagast, que já o conhece há muitos anos e de Gandalf que conhecera seu avô Beorn. Grimbeorn, o pai de Ráorn ficou dentro de casa e não quis saber dos viajantes estranhos que queriam entrar em suas terras.

 

Após horas de conversas e explicações descobrimos que Grimbeorn também ouvira O Grito. Com isso Ráorn decidiu nos acompanhar até Valfenda. No dia seguinte bem cedo preparamos três cavalos – eu decidi viajar à pé para poupar um animal – e rumamos, inicialmente para o Sul e depois para o Oeste seguindo pela velha estrada da floresta. Após algumas horas de intenso galope e forte caminhada para mim, nós quatro chegamos aos pés das Montanhas de Névoa. Subimos para o Passo Alto e, estranhamente, não vimos nenhuma movimentação Orc. Ainda assim uma voz ecoou pela montanha gritando Aye Ardaohtaron! Vanyanye! Dessa vez Ráorn, assustado, ouviu O Grito… (mais…)


Contos dos Bardos: Palavras de um Andarilho – Capítulo II: Uma estranha energia distante

            Já faz três dias desde que cheguei por estas terras. Há três dias conheci este vilarejo, a Taberna, escutei a história de Marin. Há três dias que vi aquele homem de verde no canto daquele espaço, olhando para mim de forma disfarçada. Podia jurar que ele havia apontado sua besta para mim, pronto para atirar, mas não estava no momento que olhei para ele.

            Bom, arrumei esta pequena casa, perto da fronteira leste do vilarejo. É a parte menos habitada do lugar. Por enquanto, quero me manter oculto. Não quero que as pessoas me percebam. Nesses três dias que se passaram eu praticamente não saí de casa. Quando saía, eu ia à floresta em busca de comida.  Em algumas dessas caçadas, encontrei algumas mudas de laranja. Resolvi fazer uma plantação no quintal de minha casa.

            Manhã do quarto dia. Levanto, vou ao quintal, olho minhas mudas de laranja no quintal. Ah, hoje não vou caçar. Vou comer algo na Taberna. To precisando escutar uma música. Saio de casa. Sigo andando silenciosamente. Ninguém parece notar a minha existência. Hmm… isso é bom. Não quero que eles saibam de mim, ainda. Chego à Taberna. Tentei abrir a porta lentamente, mas rangeu na hora. Ô portinha chata, hein. Agora todo mundo vai estar olhando para a entrada.

            A Taberna está bem agitada. Todo mundo cantando, bebendo, quebrando copos. Apenas alguns olharam para a porta, na hora que eu entrei. Não posso julgar, mas aposto que estavam tentando encontrar uma forma de livrar do forasteiro. Parecem até hobbits. Não gostam de mudanças.

            Sento-me a mesa, e grito: Um suco de laranja! (mais…)


Quenta Muilion – A História dos Segredos. Cap II – Primeiras descobertas

Quenta Muilion

Quenta Muilion

 

Esta é a continuação da História dos Segredos ou Quenta Muilion para aqueles mais familiarizados com o Quenya, a belíssima linguagem falada pelos Altos Elfos. Neste capítulo conto como cheguei a Gandalf e fiz minhas primeiras descobertas com relação ao assombroso Grito que alguns de nós ouvimos na Taberna.

A noite está fria e escura. Dentro da Taberna as pessoas conversam ainda um tanto amedrontadas. Raphael então grita pedindo que a música continue e que a alegria não pare. Eu sorrio pensando que é este o espírito. Não é hora para preocupações… Ainda…

Fecho os olhos e me concentro. Onde estará Gandalf? Devo procurá-lo já que ele não tem moradia fixa ou devo me dirigir à Floresta Negra buscando por Radagast ou Beorn? Uma intuição me diz para me dirigir ao sudeste, cruzar o rio Limclaro e entrar em Fangorn.

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Quenta Muilion – A História dos Segredos. Cap. I – O Grito

Quenta MuilionA Taberna está animada. As tochas e velas garantem iluminação e temperatura confortáveis. A música e o riso das pessoas fazem com que este ambiente seja um refúgio quente na noite escura. Bardos cantam, o cheiro agradável do carneiro assando no fogo alegra os presentes, o hidromel e a cerveja estão particularmente saborosos e os sucos de frutas frescas, doces como mel. Parece uma noite especial, quase todos estão presentes. Eu estou em uma mesa no canto conversando alegremente com a bela Melimë enquanto seguro sua mão direita. Marina e Fernanda dançam acompanhadas por Luppi e Brüno, Gustavo e Raphael cuidam do carneiro, Nessa Earfalas – a eterna Capitã Lia – , Jason 3 pontinhos, Lucas, Dudu, Beth, Eikukaan, Angus Young e os outros frequentadores da Taberna se espalham pelas mesas e pelo salão conversando alto, bebendo, se esbarrando e derrubando bebida no chão. A noite parece perfeita!

Mas a noite surgiu escura, implacável, fria. O vento gelado fustiga as árvores, a lua e as estrelas estão ocultas atrás de nuvens negras, tão pesadas e densas que pareceriam rochas sólidas se pudessem ser vistas naquela escuridão de breu. Poucos animais saíram de suas tocas naquela noite. As únicas exceções são os que estão extremamente famintos ou os descendentes daqueles que serviram ao Senhor do Escuro no passado. O mundo está quieto, silencioso, quase morto.

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Contos dos bardos: As palavras de um andarilho – Capítulo 1: A história da elfa Marin e o estabelecimento do andarilho Luppi

Pois bem, relatarei um fato que ocorreu há algum tempo. Eu era um novato na Taberna nessa época. Ninguém me conhecia direito.

Bom, antes de entrar na Taberna, eu era um andarilho, e às vezes fazia uns trabalhos como mercenário. Sempre perambulando pelas florestas, vales, desertos, colinas, montanhas, vilas. Nunca parava em um lugar fixo. Até que parei em um vilarejo, e nesse lugar avistei um estabelecimento. Uma pousada. Não, um bar. Não……uma taberna. Entrei na Taberna, e avistei muitas pessoas. Pessoas bebendo, gritando, dançando a música dos bardos, gritando, quebrando copos. Gostei do lugar. Resolvi ficar por ali um pouco – e mais tarde me estabeleci na região. Fui até o balcão.

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Idéias fervilhando na mente!

Idéia!

 

Idéia!

 

O Raphael está nos brindando com a belíssima história da antiga Taberna, antes da destruição que a transformou na Taberna atual. O Luppi está escrevendo parte da história da Taberna atual, mas tá empacado! Os dois estão escrevendo o que aconteceu na Taberna, mas quem fala do que acontece atualmente?

 

São tantas as histórias pra contar, pra criar que acho um tanto injusto deixar a cargo de uma única pessoa a tarefa de dizer o que acontece na Taberna, por isso pensei em uma possível solução. Histórias nas quais todos têm a chance de escrever.

Pensei em algo como um RPG – Role Playing Game. Não sou um grande entendedor do assunto, mas sugiro cada um de nós criar um “personagem”, alguém com uma história, com algum(uns) poder(es) e características. A partir daí criamos um tema e um objetivo e desenvolvemos a história em cima dos mesmos… Não seria um jogo em que queremos ganhar tesouros ou pontos de habilidade; estaríamos apenas desenvolvendo histórias para a nossa Taberna. O que vocês acham?

Eu sugiro começarmos pensando em um tema e possíveis objetivos. Como tema, acho que poderíamos trabalhar com temas Tolkienianos já que estamos todos unidos sob o poder de Hansi Ilúvatar. Desta forma nossa Taberna se encontra na Terra-Média e todos nós seríamos Elfos, Homens, Anões, Hobbits, Valar, Maiar, Orcs, Uruk-Hai, Balrogs. Mas também poderíamos (deveríamos) ter Bardos, Magos, Ladinos, Bárbaros ou qualquer outra coisa que sua imaginação mandar.

E quanto aos objetivos, não tenho clareza. Poderíamos ter que defender a Taberna de um ataque de Orcs (esse acho que já fizemos :D ) ou resgatar os instrumentos do BG que foram roubados, ou levar a fita original do Live para o Norte ou resgatar um carregamento de Hidromel que foi roubado.

O que acham, amigos bardos? Criem um personagem com um perfil bem definido e poderemos criar aqui no Blog uma página “Quem é quem”. Depois de termos os personagens, poderíamos criar um Post no qual desenvolveríamos a história.

Acho que não fui muito claro! Então segue um resumo:

  1. Criar os personagens.
  2. Editar a página “Quem é quem”. Se você já é um Autor cadastrado, crie sua página (Página, e não post) e coloque-a como filha da página Quem é quem. Se você não é um Autor cadastrado e quer participar, mande seu perfil com uma foto para mr.sandman79[arroba]gmail.com
  3. Criar um enredo e um objetivo para a história (nessa parte peço o apoio de todos!)
  4. Começar a desenvolver a história na qual todos, através de comentários, ajudam a escrever.

The Bard’s Tavern – Chapter II: The Fall and the Reign of the Mother

Meus caros jovens, se vocês acham que tudo sempre foi uma grande festa na taberna, estão enganados…

Logo após a contratação do taberneiro bigodudo, do qual eu não me recordo o nome agora, a taberna continuou com seu ritmo normal. O comércio ia bem, as pessoas visitavam sempre o estabelecimento, ou seja, estava tudo bem. Como eu disse anteriormente, eu vagava por vários lugares nessa época. Entre minhas visitas à Londres, Nova Iorque, Los Angeles, São Paulo, Asgard, o próprio Inferno (isso mesmo, tenho passagem livre depois de ganhar uma aposta que fiz com Lúcifer), eu dava uma passadinha por aqui, pra rever os amigos. Mas durante um tempo, eu fiquei meio ausente, mas não muito longe. Eu fazia parte de um grupo de investigação que tentava descobrir os membros de uma rede de tráfico de Micos Dourados, mas a investigação acabou não indo muito pra frente. Por passar um tempo considerável no chat underground da BGB, eu acabei perdendo alguns eventos da taberna.

Quando voltei a freqüentar a taberna, parecia tudo normal. Mas depois de um tempo, o movimento começou a cair. A taberna não era mais a mesma. O taberneiro, depois de um tempo, desapareceu, fazendo com que a taberna voltasse ao seu formato antigo. Poucos visitavam a taberna, o que indicava que nem tudo estava perdido, mas que demoraria até que tudo voltasse ao normal, se voltasse ao normal (maldita explosão das redes sociais). É nesse período que uma família, composta apenas por mulheres, chega às redondezas e resolve assumir a administração da taberna (grilagem na veia, não?!). A matriarca da família era uma mulher muito bonita, mas também muito geniosa. As filhas, com o perdão da má palavra, pareciam cães de guarda, protegendo a mãe á qualquer custo. E assim seguiu-se o tempo, movimento razoável, alguns arranca-rabos com os clientes de vez em quando, mas aparentemente, o ritmo estava voltando ao normal. Depois de algum tempo, a família se dispersou, ficando apenas uma das filhas no “comando” da taberna. Mas isso já é conversa para outra oportunidade…


The Bard’s Tavern – Chapter I: The Beginning

Esta é uma história que muitos de vocês, jovens que freqüentam a taberna, conhecem apenas os fatos recentes. Alguns estavam lá antes da queda da antiga taberna, outros a conheceram após sua reconstrução. Eu, na época um jovem bardo iniciando minha jornada espiritual, estava lá no início e presenciei, senão todos, a maioria dos acontecimentos que ocorreram neste lugar mágico. Não garanto a veracidade de tudo o que eu possa dizer aqui, pois estou velho, e minha memória já anda me pregando muitas peças, sem falar que muitos dos dados históricos da taberna foram perdidos na sua destruição. Mas, mesmo assim, peço que vocês se aproximem e ouçam o que este velho e louco bardo tem a vos dizer…

Vivíamos na Idade das Trevas. Era o Ano de Nosso Senhor de 2006, se não me engano. Conversas se espalhavam por todos os cantos da Blind Guardian Brasil, o que gerava muitos tópicos desnecessários, e porque não dizer, alguns inúteis. No intúito de centralizar todos estes assuntos, e também de se criar uma interação entre os membros da comunidade, um grupo de desbravadores criou o chat oficial: a Taberna dos Bardos.

À partir daí, a Taberna se tornou o ponto de encontro não só dos habitantes dos domínios da Blind Guardian Brasil, mas também de visitantes oriúndos de outros reinos, da Meninas Blind Guardian até Morrendo, passando por Tanelorn, e outros reinos circundantes, sem mencionar os universos paralelos, nos quais eu atrevo a me aventurar sempre. Vivíamos em tempos de paz, hidromel e muito javali. Taberneiro?! No princípio não havia, pois todos os que freqüentavam tinham um pouco de taberneiro dentro de si, e ajudavam sempre. O ambiente era bem rústico, com alguns barris de hidromel espalhados pelo local, um armário com algumas garrafas de bebidas variadas, um fogão à lenha ao fundo, próximo do balcão, onde eram feitos deliciosos guisados e onde os majestosos javalis eram assados. Toda noite era noite de festa. Muita conversa, muita música, flertes pra lá e pra cá. Magos, elfos, anões, bardos, guerreiros de todos os tipos: vikings, goths, celtas, saxões, todos em perfeita harmonia.

Com o passar do tempo, houve um aumento considerável do número de freqüentadores, o que levou à contratação de um taberneiro, para que se houvesse um controle dentro da taberna. Mas isso já é conversa para uma outra hora…


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