Entre, pegue uma bebida e fique à vontade… Não repare a bagunça!

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“…Há 20 anos ouvimos que o Heavy Metal estava morto…”

Saudações Elfos, humanos, Hobbits, Bardos… fãs de ótima música!

Phil Anselmo cedeu uma entrevista muito legal à revista britânica Metal Hammer… e eu disponibilizo aqui:

DOWN, a aclamada banda de Nova Orleans que conta com a presença do guitarrista/vocalista do CORROSION OF CONFORMITY Pepper Keenan, baterista Jimmy Bower (EYEHATEGOD, guitarrista no SUPERJOINT RITUAL), baixista Patrick Bruders (CROWBAR), guitarrista Kirk Windstein (CROWBAR), e o vocalista Philip Anselmo (SUPERJOINT RITUAL, PANTERA) — entrou para o estúdio em outubro para começar a gravar o primeiro de uma série de quatro EPs, que serão lançados nos próximos anos (com um ano entre os EPs), cada um tocando em um diferente aspecto do som da banda.

O primeiro EP de seis músicas, que apresenta o DOWN de volta a suas raízes, com influências do BLACK SABBATH, SAINT VITUS e WITCHFINDER GENERAL, é escrito por Anselmo como “um disco de doom metal bem puro”

O track list do trabalho é o seguinte (não está em ordem):

01. Levitation
02. Witchtripper
03. The Misfortune Teller
04. The Curse Is A Lie
05. Open Coffins
06. This Work Is Timeless

Os membros do DOWN foram entrevistado para uma matéria de capa na última edição da revista britânica Metal Hammer. Seguem alguns trechos da conversa.

Sobre o plano do DOWN de gravar uma série de quatro EPs ao longo dos próximos anos:

Pepper Keenan: “Eu conversei como Jerry Cantrell «guitarrista do ALICE IN CHAINS», e vi um pouco de inveja em seus olhos. As bandas sabem que é uma boa idéia com a indústria do jeito que está atualmente. Mas foi mais o tipo de coisa para nos permitir ter mais liberdade e não ficarmos presos a um único disco. Se quisermos fazer uma coisa mais melosa, é sempre como se a música nove tivesse de ser a música melosa, essa bobagem toda. Foi simplesmente uma idéia em que eu e o Phil trabalhamos. E eu sendo o cara da arte, achei que ia ser algo incrível ter uma série de imagens interligadas.”

Philip Anselmo: “Para mim, um EP é menos estressante para nós. Nós temos um relacionamento incrível no DOWN, mas quando nos trancamos por um mês, dois ou três, tirando de 12 a 15 músicas, é muito pesado. Exige muito emocionalmente. Assim, primeiro, é mais fácil para nós, e segundo, dá música às pessoas mais rapidamente. Sabe, há cinco anos prometemos às pessoas, ‘não vamos levar cinco anos para deixar pronto!’ (rindo) Ceeeeeeeeerto.”

Sobre o primeiro dos quatro EPs:

Kirk Windstein: “Esse é tipo um disco de som pesado para o DOWN. Essas seis faixas não estão carregadas com muita dinâmica como em alguns de nossos outros materiais.”

Sobre a nova música “Witchtripper”:

Pepper Keenan: “Estávamos na Espanha, nessa pequena vila, e notamos que todas as casas tinham três pedras no canto do telhado. E por onde olhasse, havia imagens de bruxas nas janelas das pessoas. Obviamente, sendo o Phil e eu como somos, começamos a imaginar o que seriam essas três pedras. Concluímos que provavelmente seriam armadilhas para bruxas – tem as bruxas no telhado, e as armadilhas as pegam quando estão descendo. Tivemos de ter a música correta para combinar com a palavra. Quando consegui o riff, sabia que seria a ‘Witchtripper’.”

Sobre os temas líricos abordados no primeiro EP:

Philip Anselmo: “Interessante. Antes de falar qualquer coisa, digo isso. Agora – e no passado – eu componho para basicamente dar um esboço e deixar o ouvinte tirar por si próprio como ele quer aplicar suas próprias regras e regulamentações à faixa. Para mim, eu tenho como uma das maiores verdades da vida que dois homens, duas culturas ou duas crenças não são iguais. Por muitas vezes nas letras eu falo sobre as diferenças nas relações da humanidade . . . acho que é mais fácil dizer do que fazer, como na história, mas atualmente, ao invés de ficar praguejando, eu prefiro… digamos que eu prefiro ter amigos do que inimigos, a qualquer momento. É fácil fazer um inimigo é fácil ser negativo. É muito fácil cair nessa, mas é muito difícil ter amor. Todo o que você tem de fazer é abrir um jornal e você pode ver por si, cara. Bem aqui na minha própria cidade, pessoas são mortas todos os dias. Eu, como pessoa, jamais conseguiria dormir à noite se tivesse feito uma coisa dessas. Eu fico imaginando: que diabos essas pessoas estão pensando? Há essa idolatria ao bandido que levou um monte de jovens promissores por um caminho terrível, e às vezes irreversível. Você tira a vida de alguém, como um adulto, e você tem 16 anos e está fudido. Acho que quando fui compor esse disco, estava com a cabeça nisso.”

Sobre o processo de gravação:

Kirk Windstein: “Para ser sincero, tem vezes que há muita tensão no recinto. Acho que é porque todo mundo é palpiteiro, como diria o Pepper. Todos tem uma personalidade forte. Ao mesmo tempo, você volta algumas horas depois e todos estão sorrindo de um canto a outro e tocando. Você tem de passar pelo inferno para chegar ao paraíso.”

Sobre gravar o novo EP “sóbrio”:

Philip Anselmo: “Para mim, é muito mais divertido gravar sóbrio. Desse jeito você pode prestar atenção em tudo. Você pode ouvir os esforços individuais de todos, pode ouvir coletivamente. Se eu estou fora de mim, eu não estou escutando «cai na risada»… Escuta, de verdade, eu estava extremamente sóbrio nesse. Não me leve a mal, a gente toma nossa cerveja e tal. Mas as cervejas não vinham até que o trabalho estivesse concluído, se é que você me entende. Após um bom dia de trabalho, tomar uns goles, beber uma gelada, dar uma relaxada… Não é uma experiência nova «gravar sóbrio». No PANTERA, por mais que bebêssemos, sempre havia aqueles momentos em que era tipo, ‘OK, vamos deixar a bebida de fora até que a gente termine o trabalho por hoje.’ Especialmente no início, era de lei. É uma boa regra a se aplicar de volta.”

Sobre estar estabelecido em Nova Orleans:

Philip Anselmo: “Não há lugar igual, não nos E.U.A. Há uma camaradagem entre os músicos locais que ultrapassam muitas fronteiras: há músicos de jazz, há os músicos de heavy metal, há todos os gêneros que caem entre esses dois. E todos nós nos encontramos o tempo todo, ajudamos uns aos outros, tocamos uns com os outros. É o encanto da cidade, cara.”

Pepper Keenan: “Nova Orleans é um lugar maravilhoso. É barato, o clima é ótimo, você não dá um tiro para o alto sem acertar um músico, os bares ficam abertos 24 horas por dia. Simplesmente é um bom lugar para se viver. Se apenas conseguíssemos fazer com que esses filhos da puta parassem de se matar. Bundões se atirando por causa de um dólar, é o que atrapalha o crescimento da cidade.”

Sobre a situação do heavy metal nesse momento:

Philip Anselmo: “Temos ouvido que o metal está morrendo por uns 20 anos. Quando eu estava no PANTERA, é claro, o heavy metal estava morto. (Imitando a voz de um ‘mago das gravadoras’) ‘Não sei se você vai conseguir vender muitos ingressos nessa turnê – tem esse novo tipo de música chamado nu metal que vai dominar o mundo.’ Há! Veja o que aconteceu. O heavy metal nunca morre, cara. Nunca, nunca, nunca. E é possível que esteja ainda mais forte do que há alguns anos. Só depende do que você está buscando. Se eu começasse a citar nome de bandas agora, alguém ia ficar ressentido, então não vou fazer isso. E algumas bandas surgiram bem genéricas. Mas a esta altura na minha vida eu prefiro uma porcaria gravada em baixa definição de uma grande banda ao invés de um produto ultra-produzido que vende um milhão.”

Sobre a saída do baixista do DOWN Rex Brown:

Kirk Windstein: “Realmente a coisa tem dois lados. Um lado foi que a coisa realmente meio que seguiu seu curso. O outro lado é meio que pessoal. Vou responder o que você quiser me perguntar, mas certas coisas são pessoais. Mas eu conversei com o Rex por 45 minutos no fim da semana passada e ele estava com uma voz ótima. Ele está muito animado, mixando o KILL DEVIL HILL. Ele ainda é um grande, grande amigo.”

Philip Anselmo: “O Rex é um irmão para mim, e nós fizemos uma espécie de pacto de que não pisaríamos um no outro nas entrevistas. Então eu vou ficar com a verdade: que ele teve idéias diferentes de como uma banda deveria ser. Eu fico enciumado, porque o Vinny Appice «colega de banda do Rex no KILL DEVIL HILL» é um grande cara é um baterista fora de série. Duro que nem pedra. Acho que é onde o Rex quer estar, e é o tipo de música que ele quer tocar, e temos de respeitar isso. Quanto a sair revelando coisas ou algo escondido… é algo em que eu não vou me meter.”

Sobre se ele vai ler a autobiografia de Rex Brown que está para sair:

Philip Anselmo: “Bem, essa é uma pergunta difícil. Ele era quase que o membro silencioso do PANTERA, de diversas maneiras. Vamos ter de ver no que vai dar e quando acontecer. Acredite-me, eu não li nenhuma página dela. Ele não compartilhou muito comigo.”

Sobre quando foi a última vez que ele falou com seu antigo colega de banda no PANTERA Vinnie Paul Abbott:

Philip Anselmo: “Provavelmente em 2001.”

Sobre se ele acha que haverá uma reconciliação entre ele e o Vinnie Paul:

Philip Anselmo: “Eu não sei. Dentro do meu coração, a porta está aberta. Já disse isso um milhão de vezes. E digo mais: a quem interessar, os ressentimentos que o Vinnie Paul fica nutrindo e mantém tão vívidos… para mim isso indica que na realidade ele me ama. Essas coisas não o afetariam tanto se ele não tivesse esse amor tão forte. Poderia pedir mil vezes por dia que nos reconciliássemos, mas até que isso aconteça, até que ele decida bater na porta… Na verdade, a porta está aberta, até que ele decida passar por ela ou mesmo olhar para dentro… então… vamos partir daí, sabe.”

Fonte: Phil Anselmo: Há vinte anos ouvimos que o Metal está morto – Entrevistas http://whiplash.net/materias/entrevistas/146095-down.html#ixzz1joX72NfB


Definição do Heavy Metal!

Saudações amigos Elfos, Humanos, Hobbits, Magos…

São poucas as coisas que trago do Facebook para cá, mas esta do Humor Metal \M/ vale muito à pena…

Sabe,na vida todos temos dias difíceis, e a música está ai pra isso, pra você saber que não é o único, que não está sozinho. Vocês dizem que os “metaleiros” se comportam como selvagens em shows, mas é lá que eles descarregam a tensão de uma vida. Em um lugar para eles, ou gostaria que eles estivessem quebrando suas vidraças?

Os fãs de metal acima de tudo o amam e o defendem, gastam o que tem e… o que não tem para manter essa cena viva e ter um lugar onde se sintam em casa. Para você o metal pode parecer ridículo, infantil, bruto,ruido, mas é a forma que cada banda tem para mostrar pelo que passam ou passaram… Quando você sente dor você grita, urra, expressa o que está sentindo, pra que coisa mais verdadeira? O metal é conhecimento… é cultura.. a cada banda nova a necessidade de saber do que se tratam as letras.. isto é aprendizado pra vida toda.

O metal te mata, o metal te faz viver. Uma fase? não… o metal é um caminho sem volta.. na verdade você não escolhe o metal … o metal é para poucos escolhidos. Se você está por fase.. tudo bem.. logo você vê que é complexo demais para você.

O metal não tem definição, não tem explicação.. só tem sentimento… e quem aqui é digno para julgar o que alguém está sentindo?

Nenhum rotulo cabe a mim, sou metalhead de coração, em cada subgênero com suas particularidades são partes de minha personalidade, e a cada dia me sinto melhor, por que com ou sem você, o metal está sempre comigo.”

Parabéns ao pessoal (ou pessoa) do Humor Metal!!!


O fim de uma era

A noite de sábado prometia, e assim se cumpriu. Enfim, pude dar meu adeus às World Tours do Judas Priest, embora a distância tenha quase me sacaneado.

Foi um voo solo. A única companhia que tive foi a de minha própria sombra, diferente dos meus companheiros da Taberna nesta sexta, e diferente de como será com meus companheiros de APF ano que vem, no Rio. Mesmo assim, valeu a pena.


Metaleiros também amam! 10 músicas para… bom… vocês sabem!

Saudações Elfos, Humanos, Bardos, Hobbits… Amantes… de ótima musica.

Vão estranhar a lista que eu montei? Mas tenho razões… Quem nunca escutou alguma música dessas abaixo e não pensou “pow, essa letra é muito romantica”.

Como dizia meu camarada Ricardo Fellow, quando bandas de Heavy, Hard Rock… fazem músicas romanticas, eles realmente colocam a alma na música, colocam sentimento.

Aposto que muitos marmanjões, barbudos, caras de viking, vão pensar melhor depois de verem a lista:

1 – Blind Guardian – Harvest of Sorrow

Letra e tradução: http://letras.terra.com.br/blind-guardian/4406/traducao.html

2 – Kiss – Forever

Letra e tradução: http://letras.terra.com.br/kiss/520817/traducao.html

3 – Coverdale & Page – Take me for a Little While

Letra: http://letras.terra.com.br/coverdale-page/1819207/

4 – Place Vendome – My Guardian Angel

Letra e tradução: http://letras.terra.com.br/place-vendome/1419300/traducao.html

5 – Bon Jovi – I´ll be There for You

Letra e tradução: http://letras.terra.com.br/bon-jovi/1582945/traducao.html

6 – Mr. Big – Just Take My Heart

Letra e tradução: http://letras.terra.com.br/mr-big/27256/traducao.html

7 – Iron Maiden – Wasting Love

Letra e tradução: http://letras.terra.com.br/iron-maiden/19342/traducao.html

8 – The Cult – Edie (Ciao Baby)

Letra e tradução: http://letras.terra.com.br/the-cult/103251/traducao.html

9 – Slipknot – Snuff

Letra e tradução: http://letras.terra.com.br/slipknot/1311128/traducao.html

10 – Nazareth – Love Hurts

Letra e tradução: http://letras.terra.com.br/nazareth/400934/traducao.html

É… acho que tem um monte de headbanger revendo seus conceitos hein?
Detalhe… eu consegui juntar muito mais vídeos em um dvd, chamado “Love n´ Metal…  confiram a capa estilosa que eu montei: CLIQUE AQUI

Quem sabe alguém se interessa… entem em contato!


As 10 capas mais “de macho” de todos os tempos

Saudações Elfos, Bardos, Humanos, Bárbaros, Orcs…

Sempre que vou na galeria do Rock, na Die Hard, gosto da decoração dos caras porque, apesar de a loja ser deveras pequena, a parede é forrada com todos os tipos, estilos e capas de cds em exposição. Eu gosto pacas de ficar vendo a arte de cada um… e é justamente isso que eu trago a vocês, as 10 capas mais “MACHO” eleitas por escritores do Whiplash.net

fonte: http://whiplash.net/materias/melhores/095265-manowar.html

10. TURISAS
“Rasputin” [Single] (2007)

Os caras finlandeses com peles e pinturas de guerra, espadas e raiva saindo de, estranhamente, uma bola de discoteca. Espere, o que? A imagem é muito mais do que sabemos, mas como uma bola de discoteca foi parar na imagem de “Rasputin”? Inicialmente, pensamos que o TURISAS teria feito algum cover de “Hot Stuff” ou “I Will Survive”. Não, eles apenas estavam mal vestidos e sem nenhuma ideia.

Nota: será que não estavam querendo dizer… que estavam destruindo o globo de discoteca? Pow… tentei ajudar!

 9. RAVEN
“The Pack is Back” (1986)

“Roqueiros atléticos”. O RAVEN nunca teve uma ótima capa de álbum. Eu disse nunca? “The Pack is Back” evidentemente foi a melhor tentativa de fazer o grupo parecer “atlético”. Uma tentativa de competir com outras bandas em vários esportes, notavelmente mal-sucedida. Bem, caras sem músculos, posições de poder e botas do Village People não parecem exatamente fortes, mas, ei, nós perdoamos. É a intenção que conta.

Bom… parece propaganda de cueca.

????????

8. LOST HORIZON
“Awakening the World” (2001)

A banda sueca LOST HORIZON, também conhecida como o “HAMMERFALL KILLER” em alguns círculos seletos, veio para fora dos portões com um álbum flamejante. A arte tão ruim do álbum não poderia sequer se comparar à música. Eles tem os abdomens e os biceps para lutar no óleo com o MANOWAR, mas o resto da capa do álbum é um mistério. Homens Rato, Homens Porco, Homens Abutre em aparentes posições de poder e influência. Captamos essa. Espere, não captamos.

7. MAJESTY
“Sword & Sorcery” (2002)

O MAJESTY, agora conhecidos sob o nome pouco inspirado de METALFORCE, tem todo o estilo D&D/MANOWAR. Guerreiros, triunfando em seu caminho, usando um machado duplo e um escudo (bem real, sem dúvidas). Mas atenção, guerreiro! Há um exército de malvadões com chifres vindo por trás de você. Eles querem sua cuequinha de peles e botas. Não importa. O guerreiro irá quebrar todos.

Bom… eu achei bem inspirado em “Conan, O Bárbaro”… ow… dá uma chance!

6. AMON AMARTH
“The Crusher” (2001)

Falando em quebradores… a banda sueca AMON AMARTH fez um álbum intitulado “The Crusher”. Com uma versão legal de Mario do Super Mario Bros, o terceiro álbum do AMON AMARTH é um para ser lembrado para sempre. Mas nós não podemos dizer se é Mario o Armeiro, ou Mario o Mito Nórdico, ou o que seja. Provavelmente tudo junto. O sucessor de “The Crusher” seria “Versus The World”, outro álbum com um grande desenho armado olhando para cima e pronto para conquistar o mundo. Sucesso épico!!

Ow… essa banda não pode se falar mal… sou fã dos caras. Provável que se inspiraram em um Deus Ferreiro Svarog, da mitologia da Transia (fonte: Homem de Ferro & Thor nº 13)

5. THE GATES OF SLUMBER
“Conqueror” (2008)

Ok, aqui vamos nós. Os caras do THE GATES OF SLUMBER não têm físico de praia. Então, o que falta neles no departamento de ‘corpo de praia’ sobra em riffs e na arte do álbum também. Um guerreiro estilo Conan no meio, braços abertos, uma espada cheia de sangue em uma mão e a cabeça de uma vítima na outra. Encantador! Então há uma moça pelada nos seus pés. Duplamente encantador! O cinto com uma caveira enorme do DANZIG também não poderia ficar de fora.

Essa foi inspirada em Conan!

4. ACCEPT
“Balls to the Wall” (1984)

Essa capa está no inconsciente da maioria dos metaleiros. O que isso significa? O que o ACCEPT estava tentando comunicar aqui? Eu deveria me sentir um pouco desconfortável quando olho a perna tensa cabeluda e suada deste cara? Por que ele está segurando uma bola? Que tipo de bola é? Parece dura. Como eu sei disso? Bem, as veias do cara estão saltando. Não a veia principal, mas as veias da sua mão. Todos esses anos e nós ainda não chegamos a uma conclusão. E, sim, até agora estamos um pouco desconfortáveis.

Putz… falar o que? Parece até cd do George Michael… sei lá… Village People? Ow… vocês nunca viram?

3. MANOWAR
“Warriors of the World” (2002)

Qual lista de capas de “macho” estaria completa sem o MANOWAR? Nenhuma! Em 3º está “Warriors of the World”. Material típico do MANOWAR, realmente. Um guerreiro musculoso, espada na mão, abdomen tipo tanquinho, grande bandeira dos EUA na outra, vindo de uma caverna estilo Flautista de Hamelin. Sua comitiva? Um monte de homens com os peitos de fora segurando bandeiras de vários outros países, trazendo seu poder de macho conquistador. Mas espere. Onde está a cabeça dele? Parece que pagaram pouco pela arte.

É… esqueceram de desenhar a cabeça…

2. VIRGIN STEELE
“Noble Savage” (1984)

O VIRGIN STEELE é bem conhecido por ter pego a mesma estrada do MANOWAR. Um cara menos corpulento e forte do que o MANOWAR, mais brando, porém atlético. O VIRGIN STEELE é menos Conan do que seus mestres. O “Noble Savage” se adapta bem. Um céu flamejante, abdomen coberto, usando espada, um guerreiro quase nu com seu punho para o alto sinalizando para uma águia. Precisávamos de um abdomen coberto, de um cara quase nu? Acho que sim.

Ahhh esse parece o John Travolta quando ver o filme “Os embalos de Sábado à Noite Continuam…

Não parece?

1. MANOWAR
“Anthology” (1994)

Realmente, esta lista completa poderia ser de capas do MANOWAR. Apesar disso, essa pobre capa de álbum – onde está o logo do MANOWAR? – é a capa mais de macho de todas. Pelo menos na nossa humilde visão. Quatro caras musculosos, salvadores do metal cheios de óleo são tão metal que eu não sei nem por onde começar. Vamos tentar mesmo assim. Joey DeMaio tem uma espécie de imã para garotas ali. Suas pernas italianas ultra cabeludas. Realmente, estamos imaginando: onde comprar um par dessas botas brancas de pele?

Falar o que? Botas brancas? hhmmmm… Tá os caras são marrentos… mas… bota branca?


4 Mitos sobre Heavy Metal

Me mandaram um video do Van Canto,que com muito bom humor, desbancam alguns mitos sobre o Heavy Metal e tem também participação do Hanshi.  Então divirtam-se =D

Aqui um helpzin pra quem não é muito ligado no ingles, que nem eu ^^

4 Mitos sobre Heavy Metal

1°- Não existe metal sem guitarras;

2°- Bateristas não são musicos;

3°- Todos os vocalistas de metal soam igual;

4°- Gravar um album é um trabalho árduo;

Isto ^^ até a proxima =D

P.S.: Creditos ao Alex Mello que me mandou o video.


A 1ª vez de vocês…

Calma… não é o que estão pensando! Não tem nenhuma conotação sexual… a pergunta é bem simples: Quando foi a1ª vez que tiveram contato com o Heavy Metal?

Já me peruntei isso e, sempre lembro de uma conversa que tive com uma amiga no 2º Colegial. Ela dizia que, não percebemos quando temos o primeiro contato com guitarras, porém, pensando bem, em nossa infância, se puxarmos lá do fundo do baú (nem para todos da taberna), em músicas da Xuxa, já era possível escutar as guitarras. Ela me dizia que esse era o primeiro contato com o som das guitarras!

Eu digo que a primeira banda que escutei foi Guns ´N Roses, quando estava na 6ª série (long time ago…), quando ainda passava na TV Gazeta (SP) o programa Clip Trip. Claro que não rolava só heavy, rock… tocavam New kids on the Block (afff), Madona… Mas logo surgiu a MTV e com ela o programa Furia Metal. Mesmo em sua programação normal, rolava muito Irom Maiden, Megadeth, Metallica…

Depois, foi através de um camarada, o Rosca, que era Trash e descolava muito som bom com amigos de amigos de amigos… Comecei a escutar D.R.I, Carcass, Carnivore, Ratos de Porão, Iron Maiden, Kreator… mas naquela época era muito dificil encontrar material já que não tínhamos a internet, mp3, google, muito menos Cd´s… somente tínhamos acesso a revistas especializadas como BIZZ.

Eu sempre levava uma fita K7 para o interior, para esse camarada e meu primo gravarem novas bandas para eu escutar.

O primeiro show que fui, foi em 1993, no Palestra Itália. Foi o show do Metallica, quando tinham lançado o Black Album. A abertura ficou por conta do extinto (?) Viper.

Se pensarmos bem, hoje podemos nos considerar muito sortudos por termos tais tecnologias que nos proporcionam o prazer de conhecer novas bandas, baixar músicas, gravar em cd´s, enfim… os tempos mudam amigos… e eu me sinto velho!

Abraços!


Inspirações Tolkenianas

A maioria dos taberneiros sabem que o Blind Guardian, além de tantas outras influências, tem como uma das maiores, as obras do escritor inglês J.R.R. Tolkien.
Algumas bandas de heavy metal que conheço também se inspiram nesse escritor. Dentre elas, uma que eu escuto e gosto muito é Battlelore.
battlelore1 O Battlelore, uma das bandas recentes de mais destaque, surgiu em 1999, fundada por Jyri Vahvanen (guitarra) e Miiki Kokkola (baixo). Para o lançamento da primeira demo chamada “Warrior’s Tale”, uniram-se à banda Patrik Mennander (vocais), Tommi Havo (vocais) e Gorthaur (bateria). Esse primeiro lançamento da banda não chegou muito longe, mas eles não desistiram: em 2000, com Henri Vahvanen no lugar de Gorthaur e Tommi Havo passando também a tocar guitarra, lançaram outra demo, entitulada “Dark Fantasy”, muito melhor que a anterior. A nova demo acabou fazendo com que a banda ganhasse o carisma da Napalm Records. Agora contando com uma boa gravadora, o Battlelore foi acrescido de Kaisa Jouki (vocais femininos) e Maria (teclados) e em 2002 lançou seu primeiro CD, o excelente “Where Shadows Lies”, trazendo boa repercussão e belissímas canções como The Green Maiden e o hit The Grey Wizard, ambas baseadas no Senhor dos Anéis. Após o sucesso do primeiro CD, Tommi Havo foi substituído por Jussi Rautio, e então a banda começou a preparar seu novo álbum, “Sword’s Song”, que foi lançado em 2002, novamente trazendo grandes hits, desta vez destacando-se Buccanners Inn e Sons of Riddermark, e obtendo boa repercussão.

Line-Up:

Kaisa Jouhki – Vocals
Tomi Mykkänen – Vocals
Jussi Rautio – Lead guitars
Jyri Vahvanen – Guitars
Timo Honkanen – Bass
Maria – Keyboards, Flute
Henri Vahvanen – Drums


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