Há pouco tempo retornei à taberna. Por algum motivo não pude sair de Midgard, motivos estes que desconheço ainda. Portais tradicionais, como Stonehenge e o Triângulo das Bermudas se encontravam selados. Magias do tipo Warp não funcionavam. Consegui manter comunicação, mas o tempo era limitado. Fora terremotos, chuvas incessantes e, mais recentemente, um vulcão que entra em erupção, me faziam crer que algo estava errado…
Como eu havia dito antes, certas questões foram mantidas longe do conhecimento público. Não seria diferente com “A questão dos Micos”, já que era um assunto do qual muitos anciões não gostavam nem de lembrar. Até aquele dia…
As informações que tínhamos na época diziam que Hansi Kürsch se alimentava de micos para manter sua potência vocal elevada e o timbre de sua voz cristalino. Em um determinado período da história, inicia-se o tráfico de micos dourados das florestas brasileiras. Alguns anciões dizem que membros da BGB faziam parte do esquema, e que a logística de transporte era feita por anões de jardim.
Essa história remete a tempo antigos, e de tão antiga que é essa história, muitos acabaram por aumentar os fatos envoltos nela. Como eu estava presente no início, pude acompanhar a origem da discussão e o rumo que ela tomou. Creio que o que direi aqui não esclarecerá muitas dúvidas, mas trará à luz da realidade a verdade por detrás da fantasia.
Era o Ano de Nosso Senhor de 2006. Idade das Trevas. Enquanto os taberneiros originais contavam seus feitos e comemoravam com muita bebida e música na antiga choupana que viria a dar origem à taberna que conhecemos, um grupo de curiosos resolveu se aventurar pelo desconhecido mundo de questões esquecidas da BGB. Em uma dessas aventuras, foi levantada novamente a questão dos Micos Dourados.
Pensam que a história acabou? A história nunca acaba… Um novo ciclo sempre se inicia ao fim do ciclo atual… Pode parecer que a história acaba aqui, mas ela sempre continuará… Pode não ser assim tão cedo, mas um novo capítulo será escrito um dia…
Mas vamos ao que interessa… Apenas uma filha ficou (Beth, a quem muitos atribuem o título de taberneira oficial), a taberna ainda estava aberta, embora o movimento estivesse fraco ainda. Voltei a freqüentar a taberna mais vezes, e com o tempo, novos freqüentadores foram aparecendo. Alguns apenas de passagem, outros ficando por mais tempo. Há aqueles que estão conosco até hoje, como Gustäf, Marin (que foi deixada aqui ainda bebê, mas foi criada por uma família das redondezas), Lörindir, Nessa Eärfalas…
Meus caros jovens, se vocês acham que tudo sempre foi uma grande festa na taberna, estão enganados…
Logo após a contratação do taberneiro bigodudo, do qual eu não me recordo o nome agora, a taberna continuou com seu ritmo normal. O comércio ia bem, as pessoas visitavam sempre o estabelecimento, ou seja, estava tudo bem. Como eu disse anteriormente, eu vagava por vários lugares nessa época. Entre minhas visitas à Londres, Nova Iorque, Los Angeles, São Paulo, Asgard, o próprio Inferno (isso mesmo, tenho passagem livre depois de ganhar uma aposta que fiz com Lúcifer), eu dava uma passadinha por aqui, pra rever os amigos. Mas durante um tempo, eu fiquei meio ausente, mas não muito longe. Eu fazia parte de um grupo de investigação que tentava descobrir os membros de uma rede de tráfico de Micos Dourados, mas a investigação acabou não indo muito pra frente. Por passar um tempo considerável no chat underground da BGB, eu acabei perdendo alguns eventos da taberna.
Quando voltei a freqüentar a taberna, parecia tudo normal. Mas depois de um tempo, o movimento começou a cair. A taberna não era mais a mesma. O taberneiro, depois de um tempo, desapareceu, fazendo com que a taberna voltasse ao seu formato antigo. Poucos visitavam a taberna, o que indicava que nem tudo estava perdido, mas que demoraria até que tudo voltasse ao normal, se voltasse ao normal (maldita explosão das redes sociais). É nesse período que uma família, composta apenas por mulheres, chega às redondezas e resolve assumir a administração da taberna (grilagem na veia, não?!). A matriarca da família era uma mulher muito bonita, mas também muito geniosa. As filhas, com o perdão da má palavra, pareciam cães de guarda, protegendo a mãe á qualquer custo. E assim seguiu-se o tempo, movimento razoável, alguns arranca-rabos com os clientes de vez em quando, mas aparentemente, o ritmo estava voltando ao normal. Depois de algum tempo, a família se dispersou, ficando apenas uma das filhas no “comando” da taberna. Mas isso já é conversa para outra oportunidade…
Encontrei este vídeo no Youtube. O vídeo de Take On Me (A-ha-cover), o sexto (ou sétimo, ainda há controversias) dos porcos, dementes, retardados, malucos, inúteis, vagabundos criativos caras do Coerência Trash. A montagem ficou em perfeita consonância com a “letra” parodia da música. Espero que vocês gostem e se mijem rindo =D.
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Eu já coloquei um post aqui no blog e, propositalmente, fiz ele sair antes do post do Lörindir para que este estivesse em maior destaque no blog. Isso é fácil. É possível alterar a hora da publicação de um post…
Mas o que vi ontem aqui no wordpress me deixou um tanto louco! O post com o vídeo do Lord Of The Rings foi postado no dia 15 (Quarta Feira) por volta da hora do almoço. Entretanto, no dia 16 ele estava listado pelo WordPress como um dos pots mais recentes!
Sei lá o que houve. Será que ninguém postou nada no WordPress na Quarta Feira? Será que eu tenho realmente o poder de ignorar o tempo ? Será que o WordPress é tão burro quanto o Orkut?
Sim! O Orkut é meio burrinho mesmo… Quantas vezes não vi algo do tipo 50 recados, e ao abrir o ScrapBook só encontrar uma meia dúzia?
Ah! Uma coisa interessante aconteceu! Nossa Taberna/Blog está atraindo pessoas de outros mundos! Já tivemos a visita do Diego Camara do blog O Crepúsculo e, recentemente, a visita da Taberneira propondo inclusive uma parceria! O que vocês acham dessa proposta??? Ainda não sei os termos de tal parceria, mas pode ser benéfica para os dois blogs.
Esta é uma história que muitos de vocês, jovens que freqüentam a taberna, conhecem apenas os fatos recentes. Alguns estavam lá antes da queda da antiga taberna, outros a conheceram após sua reconstrução. Eu, na época um jovem bardo iniciando minha jornada espiritual, estava lá no início e presenciei, senão todos, a maioria dos acontecimentos que ocorreram neste lugar mágico. Não garanto a veracidade de tudo o que eu possa dizer aqui, pois estou velho, e minha memória já anda me pregando muitas peças, sem falar que muitos dos dados históricos da taberna foram perdidos na sua destruição. Mas, mesmo assim, peço que vocês se aproximem e ouçam o que este velho e louco bardo tem a vos dizer…
Vivíamos na Idade das Trevas. Era o Ano de Nosso Senhor de 2006, se não me engano. Conversas se espalhavam por todos os cantos da Blind Guardian Brasil, o que gerava muitos tópicos desnecessários, e porque não dizer, alguns inúteis. No intúito de centralizar todos estes assuntos, e também de se criar uma interação entre os membros da comunidade, um grupo de desbravadores criou o chat oficial: a Taberna dos Bardos.
À partir daí, a Taberna se tornou o ponto de encontro não só dos habitantes dos domínios da Blind Guardian Brasil, mas também de visitantes oriúndos de outros reinos, da Meninas Blind Guardian até Morrendo, passando por Tanelorn, e outros reinos circundantes, sem mencionar os universos paralelos, nos quais eu atrevo a me aventurar sempre. Vivíamos em tempos de paz, hidromel e muito javali. Taberneiro?! No princípio não havia, pois todos os que freqüentavam tinham um pouco de taberneiro dentro de si, e ajudavam sempre. O ambiente era bem rústico, com alguns barris de hidromel espalhados pelo local, um armário com algumas garrafas de bebidas variadas, um fogão à lenha ao fundo, próximo do balcão, onde eram feitos deliciosos guisados e onde os majestosos javalis eram assados. Toda noite era noite de festa. Muita conversa, muita música, flertes pra lá e pra cá. Magos, elfos, anões, bardos, guerreiros de todos os tipos: vikings, goths, celtas, saxões, todos em perfeita harmonia.
Com o passar do tempo, houve um aumento considerável do número de freqüentadores, o que levou à contratação de um taberneiro, para que se houvesse um controle dentro da taberna. Mas isso já é conversa para uma outra hora…
Graças à confusão de ontem criada pelas mulheres do BGB (Marina, Capitã Lia e Fer) surgiram algumas idéias para alteração de layout do nosso querido blog.
Coloquei algumas sugestões no meu perfil do Orkut e as opiniões em geral deram preferência pro tema Chaotic Soul.
Estou colocando aqui este tema para que todos possamos ver como fica o blog com este novo layout…
Esta não é uma alteração definitiva! É apenas uma amostra para que possamos decidir com mais certeza! Comentem aqui o que acharam desse layout. Lembrando que a Melimë não gostou muito da imagem do cabeçalho então depois poderemos até tentar algumas outras. Eu gostei muito da idéia de colocar a capa do Live…
Na sexta-feira, dia 03 de Abril de 2009 um vírus estava à solta… Era o vírus do teclado louco! Caramba! Como o povo escreveu errado no chat do Blind Guardian Brasil! Impressionante!
Muitas outras coisas aconteceram lá, mas transcrever todo o chat aqui seria impraticável pois são 50 páginas de bobagens! Vou deixar o arquivo em PDF para download e vamos explorando aos pouquinhos as besteiras que os bardos escreveram por lá…
Foi tanto erro que o corretor ortográfico do Word deu pau! Segue a seção “Eu Não Consigo Acertar As Letras No Meu Teclado”. Coloquei minhas observações pessoais depois do sinal de #