Meglin Celebrandir
Nome: Meglin Celebrandir
Raça: Maia
Armas: Espada e Martelo
Poderes: Invisibilidade; Viajar longas distâncias em pouco tempo; Ver o futuro; Infligir pensamentos macabros nas mentes (exceto dos elfos) dos inimigos levando-os à loucura.
Principais características físicas: 1,95m de altura, 92kg, cabelos brancos e longos, olhos vermelhos
Perfil:
Sou um Maia, um dos Ainur – os espíritos primordiais criados a partir do pensamento de Eru Ilúvatar e enviados por Ele para construir Arda. No princípio dos tempos fui seduzido pelo poder do Senhor do Escuro e me tornei um Balrog. Entretanto em uma luta contra Mithrandir – ou Gandalf, o mais poderoso dos Maiar – fui derrotado, aprisionado, e levado a Valinor para ser julgado por Manwë. Como pena fiquei uma Era acorrentado no vazio proibido de assumir qualquer forma sendo obrigado a abandonar meu corpo de fogo e escuridão.
Após o final de minha pena e ao me arrepender, fui obrigado a servir aos irmãos Námo (Mandos) e Irmo (Lórien). Os fëanturi, Senhores dos Espíritos. Enquanto servo de Irmo, penetrava nos sonhos dos homens que deveriam morrer e coletava seus espíritos guiando-os até o seu destino final após a morte. Enquanto servo de Námo guiava os espíritos até os palácios de Mandos. Por estes meus atos meu nome mudou para Olórëa, mas os homens me chamavam de Sandman.
Servindo aos fëanturi, convivendo com a morte, tinha muita amargura em meu espírito. Mas ao conhecer uma Taberna no meio da Terra Média senti, após milhares de anos, a alegria invadir meu espírito. Adotei novamente um corpo para ser visto entre os habitantes de Arda. A cada visita à Taberna dos Bardos minha alegria aumentava e percebi que estava livre do fardo de transportar as almas até os fëanturi. Finalmente Manwë me perdoara por meus erros servindo a Melkor (Morgoth).
Um dia, saindo da Taberna e caminhando para o Norte fui atacado por uma voz que entoava uma canção dissonante e temível. Não sabia de onde tal voz vinha, mas tentei combatê-la. Não consegui! Fui derrotado e tive meu corpo dilacerado. Meu espírito foi encontrado por Gandalf que me levou à floresta de Lórien em Valinor onde Estë e sua serva Melimë cuidaram de mim. Passados muitos anos retornei, mais sábio e fortalecido pelo aprendizado na batalha contra a voz e pela estadia em Lórien.
Assumi um novo corpo e um novo nome. Agora sou Meglin Celebrandir. O Urso Prateado Peregrino. Meu corpo e meu espírito têm uma força brutal e meus golpes, com minha espada ou meu martelo, são mortais. Luto de peito aberto, sem armaduras, sem malhas, sem proteções pois meu corpo é apenas uma vestimenta que uso para ser visto entre os habitantes de Arda.
Como um Maia tenho alguns poderes mágicos, mas não os desenvolvi muito pois Melkor preferia a força; mas ainda assim consigo tornar meu corpo invisível e vencer infindáveis distâncias em apenas alguns segundos. Com os poderes mentais que consegui posso viajar no tempo e também penetrar na mente dos inimigos levando-os à loucura. Entretanto, tais poderes mentais consomem muito de minha força vital obrigando-me a tratamentos na floresta de Lórien ou ser cuidados por um dos servos de Estë. Tenho também a limitação de poder ver o que acontecerá no futuro ou aconteceu no passado distante, mas não estou autorizado alterar a linha do tempo. Somente Ilúvatar tem tal poder.







Belo e terrível, ainda assim pode ser doce.
24/04/2009 às 22:09
graaaaaaaaaaaaaaaaande Meglin \o/
09/06/2009 às 03:06
Onde estão os aventureiros?
12/11/2009 às 22:58
Onde está o Meglin, isso sim é o que interessa…
25/12/2009 às 23:05
aventureiros??
estou aqui!!! o/
16/03/2010 às 10:03