Entre, pegue uma bebida e fique à vontade… Não repare a bagunça!

Luppi

Maglor CalafalasNome: Ranadin Harma

 Codinome: Luppi

 Raça: Humano

 Armas: Dois sabres, duas adagas de alcance médio e um conjunto de facas para ataques de longa distância

 Habilidades/ pontos fortes: Alto grau de furtividade, andar silencioso, excelente capacidade de observação, alta capacidade dedutiva, memória fotográfica, altíssima rapidez e resistência, alta sensibilidade espiritual, se comparada a de humanos.

 Características Físicas: 1,74 m, 60 kg, cabelos pretos e volumosos, olhos castanhos claro, com o redor da Íris vermelho, uma leve cicatriz de esfolado na têmpora esquerda.

 Perfil: Descendo de um antigo bando de ladrões, que viviam circulando pequenos povoados ao redor de Rohan. Sou filho de Tuillin e Thoron Harma, um casal com pouca influência. Quando criança minha mãe, Tuillin, relatou-me a seguinte história: Quando eu era apenas um bebê, com dois meses de idade, meu bando encontrou um bando de mercenários emboscando um casal de elfos. Eles foram e enfrentaram os mercenários. Tiveram baixas, mas meu bando os derrotou. Mas era tarde. O casal de elfos estava com muitas feridas pelo corpo. Não resistiriam por muito tempo. Minha mãe se aproximou da elfa estirada ao chão, para então ouvir suas últimas palavras: “Ma… rin…. fi…lha… Ma….rin…sal…ve….Ma…rin..”. E então faleceu. Nesse momento, um choro de bebê foi ouvido. Depois de procurar, uma bebê elfa foi encontrada atrás de uma árvore. Uma pequena mexa de cabelo castanho. Da mesma cor da elfa que acabara de morrer. “Então você é Marin” disse minha mãe, e a pegou nos braços.

            – Não! Esta criança não irá conosco! Deixe-a aí – Disse o líder do bando.

            – Não podemos deixá-la aqui! É apenas um bebê! Irá morrer logo! – Retrucou minha mãe.

            – Então o que a senhora sugere, Tuillin, ave que há muito perdera a voz? – Minha mãe, mesmo se chamando Tuillin, andorinha, ela nunca foi de expressar muito por palavras, ficando calada quase todos os momentos, fazendo alguns dos viajantes e membros mais recentes acharem que fosse muda.

            – Deixe-me pelo menos levá-la até algum lugar onde poderá ser bem cuidada.

            – Então que assim seja.

            E assim seguimos, minha mãe levando a mim e a criança elfa, até encontrarmos um pequeno vilarejo próximo à Floresta de Fangorn, e lá deixou a criança elfa na porta de uma Taberna, junto de um bilhete escrito: “Esta é Marin, a Elfa”. O que aconteceu a ela, não sei.

            O tempo foi passando, eu fui crescendo. De meu pai herdei sua velocidade. De minha mãe, sua quietude e silêncio. Com o bando aprendi a saquear, combater e assassinar. Meu bando sempre saqueava abertamente os povoados, pilhando, roubando, matando, buscando sempre os itens mais valiosos e os vendendo depois. Muitas vezes alguns nobres contratavam os serviços, para adquirirem alguns objetos que eles julgavam valiosos demais para estarem nas mãos de plebeus. Eu, no entanto, nunca participava dos assaltos. Julgavam-me novo e inexperiente demais.

            Em uma dessas emboscadas, eles ambicionavam o Bastão de Arathorn, um item importante dos Guardiões do Norte, que estava guardado na casa de um de seus antigos companheiros. Foram fazer o assalto, mas não conseguiram. A guarda do Bastão era muito forte. Foi nesse dia que fiz minha primeira ação. Entrei na casa, peguei o Bastão, levei até nosso acampamento no local. Ninguém chegou a me ver fazendo tal operação. Só foram saber que fui eu quando retornaram ao acampamento, e o viu em minhas mãos.

            A partir daí, não houve mais assaltos e emboscadas. Tudo era feito no silêncio. Eu era o responsável pelos roubos. Alguns que conheciam um pouco o bando suspeitaram que fosse uma das novas crianças. Portanto, sempre que me infiltrava nas cidades usava o codinome Luppi, para não atrair suspeitas.

            Todos passaram a respeitar mais eu e meus pais. O líder, entretanto, os olhava com desdém. Suspeitava que estivesse com medo de perder a liderança para uma criança. E essa suspeita se confirmou. Uma noite, enquanto dormia, ele entrou em meus aposentos, empunhando um sabre, mas acabou esbarrando em alguns objetos, e acabei acordando com o barulho. Ele então veio para cima de mim, mas eu fui mais rápido e acabei matando-o com uma faca em seu pescoço.

            Quando descobriram o corpo, iniciou-se uma rebelião dentro do bando. Alguns queriam que eu fosse o novo líder, apesar de minha idade (estava com meus 16 anos). Outros, fiéis ao antigo líder, queriam minha cabeça, como vingança. Vendo como estava a situação, eu simplesmente resolvi abandonar o bando e, me pronunciando, disse que, se a decisão coubesse a mim, eu nomearia meu pai como novo líder. E deixei o bando.

            Por três anos andei pelas Terras Ermas, enfrentando orcs, lidando com a hostilidade das pessoas de povoados em relação a estranhos e andarilhos. Continuei minhas viagens até encontrar um pequeno povoado perto da Floresta de Fangorn, e nesse vilarejo, a Taberna dos Bardos. Lá conheci várias pessoas, fiz várias amizades, e resolvi me estabelecer naquela região.

 

            O resto, como dizem, é história.

6 Respostas

  1. Grande Luppi! Muito legal sua história, cara! Memória fotográfica? Vai ser muito útil! Alta capacidade dedutiva??? Veremos assim que sair o próximo capítulo do Quenta Muilion! hehehehe

    Estou meio distante da Taberna essa semana em missão pelo Sul. Eu e a Melimë, saindo do Conselho Prateado, rumamos para as terras ermas de Haradwaith, bem ao sul do sul… Ao sul de Gondor, ao sul de Mordor.

    Estamos bem!

    25/05/2009 às 20:05

  2. Luppi

    Haradwaith é Gramado em Quenya, é?

    26/05/2009 às 16:41

    • Hahahahahahahahahaha

      Não… Mas é a terra mais ao sul que aparece no mapa do SdA! hehehe

      26/05/2009 às 20:45

  3. Gust

    Sul é foda (seja no SdA, ou no Brasil haha)
    Luppi ta fodao \,,/
    vai abri uma escolinha pra ensinar a gente essas suas habilidades ae aeuhaeuaeh
    muito bom :D

    26/05/2009 às 23:42

  4. Marina

    =O
    ó eu ali (H)

    30/05/2009 às 18:06

  5. nessaearfalas

    *imaginando a Marin bebê*

    nhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, que coisa fofa ela devia ser *-*

    09/06/2009 às 02:55

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