Gustäf Tramontini
Nome: Gustäf Tramontini ou Gust
Raça: Humano
Armas: Cetro
Profissão: Necromante
Habilidades: Invocar mortos, magias, poções…
Principais Características físicas: 1,80m de altura, em torno de 50kg, cabelos castanhos e longos e olhos castanhos.
Perfil:
Tive uma infância feliz até uma certa idade, morava em uma casa humilde aos pés das Montanhas Nebulosas, eu, minha mãe, meu pai e meu irmão.
Eu tinha 8 anos quando “Ele” apareceu… ele tinha um cetro, vestia uma armadura preta e uma capa enorme, longos cabelos brancos e um sorriso macabro. Levou a vida de meus pais. Eu e meu irmão fomos escondidos e sobrevivemos…
Um longo tempo se passou…
Nos mudamos para o sul de Lothlórien, próximo ao Campo de Celebrant, onde há uma Taberna. Lá conheci uma linda elfa pela qual me apaixonei.
Não, não é uma simples paixão, é minha razão de estar neste mundo. Ela me ensinou o que é sorrir novamente. Seu nome: Marina.
Mas eu não era forte o suficiente para protege-la, nem imortal para viver eternamente ao seu lado, afinal ela é uma elfa, e meu coração ainda estava cheio de ódio pela morte dos meus pais. De alguma forma, eu precisava me vingar.
Parti. Em mente apenas o desejo de poder, imortalidade e vingança. No meu coração, ódio e amor. Gelo e Fogo.
Ouvi rumores sobre um mago poderoso habitando os pantanos mortos, perto de Mordor. Fui até lá verificar, e acabei encontrando o assassino dos meus pais. Observei-o de longe por um tempo, minha vontade de dilacerar seu corpo era insana, mas me mantive firme, além de estar cansado da viagem, não podia estragar tudo agora. Ele era um necromante e por algum motivo, a cada 13 dias ele ficava muito fraco, saia, e depois de um tempo voltava, como se nada tivesse acontecido, parecia uma espécie de maldição ou vício.
Mas, algo que eu não esperava aconteceu. Eis que uma noite, muito fraco ele saiu de sua caverna para caçar e eu rapidamente tentei me ocultar na neblina constante dos pantanos que se localizam perto de pedreiras, mas as pedras ressoavam quando eu pisava, sons ensurdecedores ao silencio que alertavam o experiente mago da existência de alguém estranho por perto.
Senti meu corpo paralizar, nenhum músculo se movia, eu estava preso em um feitiço. Dentre tantas vidas destruídas por ele, nem fazia idéia de que eu era um sobrevivente sedento por vingança. Ele veio até mim, olhou no fundo dos meus olhos e eu comecei a sentir minha energia saindo através da minha boca. Fiquei horrorisado, desesperado, gritei, mas, além da minha energia, nada saia de minha boca. Então ele inesperadamente parou e disse “Seu rosto me é familiar”. Um frio percorreu minha espinha. Fui libertado do feitiço paralizante. Ele me olhou melhor e disse que devia estar enganado. Ele já preparava para me paralizar novamente quando gritei:
- Mago não me mate! Lhe proponho um acordo!
- Acordo? Que tipo de acordo?
- Vejo que não és mais jovem, e não consegues mais corpos suficientes para absorver energia vital e se satisfazer para continuar vivendo! Entao quero te propor que me ensine sua Necromancia em troca de corpos!
O velho parou. Pôs a mão no queixo e me olhou com um olhar como se investigasse minha alma queria ter certeza que eu era capaz e queria saber minhas reais intenções.Tive que fazer um enorme esforço mental para não revelar meu desejo de vingança.
- Se me trouxer dois corpos até o amanhecer, eu te ensino, caso contrário te caçarei e te encontrarei não importa em que buraco se enfie. Então sugarei o resto de sua energia, verme!
Concordei e, no dia seguinte, levei a ele alguns corpos indigentes.
O velho pareceu satisfeito:
- Sou Amrod Inglorion, o Mago Negro, e você, aprendiz?
- Gustäf.
Engoli todo meu ódio, ja tinha percebido que com minha força não seria pareo para ele por enquanto.
Se passaram aproximadamente 2 anos, meu treinamento desgastante estava quase no fim, aprendi várias tecnicas, fiquei poderoso, não era dificuldade nenhuma arranjar corpos para Amrod, que nunca estava satisfeito. Decidi finalmente agir.
Era uma noite horrivel, fazia muito frio, como aquela em que meus pais morreram. A Lua brilhava majestosa no céu, o único som ouvido era o barulho do vento batendo na pequena vegetação que encobria o pântano lá fora. O mestre dormia.
Era o momento certo. Iria vingar meus pais e suas almas poderiam descançar em paz, enfim. Cuidadosamente peguei o poderoso cetro do mestre, tinha certeza que me aceitaria pois eu sentia muito ódio, queria fazer justiça com minhas próprias mãos. Mas no momento em que toquei o cetro, como meu treinamento estava voltado para o poder mágico, e não à disciplina, o mestre Amrod percebeu minha força crescendo e levantou, uma tocha de fogo se acendeu na parede. Podia ver a sede de energia vital em seus olhos, podia ver claramente. Agora ele se lembrava de quem eu era, ergueu uma mão para mim e disse:
- Idiota! Hahahahaha! Já está condenado a viver como eu!
Não disse nada, apenas o olhei com mais ódio, ele continuou:
-… está magia que você usará em mim, a Garra Vampírica, hahaha! É muito poderosa não é? Ao mesmo tempo que fere, ela te cura, aumenta seu tempo de vida e expande suas habilidades, maravilhoso! Mas eu não te contei o ponto fraco!
Arregalei os olhos “Mas que ponto fraco!?”
- Se você usá-la uma vez que seja, logo ficará dependente! Quanto mais usar, mais vai ter sede! Vai agir apenas por instintos, em benefício próprio, vai matar todos ao seu redor e ainda assim não estará satisfeito! hahaha!
- Então te matarei usando outra magia!
- Hahaha! Nunca funcionará, eu sei todos os segredos, de todas, lembra-se que fui eu que te ensinei? Sua única opção é usar a Clava Vampírica! Mesmo assim, você ficará viciado. E se não funcionar, matarei você, assim como fiz com seus pais, É MATAR OU MORRER!
- Cala-te maldito!!
Neste instante arremecei um osso em sua direção usando magia. Isso se chama Flecha de osso. Estava certo, o osso parou no meio do caminho e Amrod continuou:
- HAHAHAHA! Hoje te lembra aquela noite não é? Você amava tanto eles, preferia ter morrido no lugar deles, daria tudo para tê-los de volta, então pensou que com a Necromancia poderia ressuscitá-los e veio até mim, seu tolo! Não teve nem chance de dar um adeus, de dar um abraço e um beijo. Quanto tempo você ficou pensando nos momentos que não vivieu ao lado deles? Isso nunca recuperará, por mais que me mate, nunca os terá de volta.
- Engana-te se pensa que quero trazê-los à vida novamente! Ja me conformei com isso! Mas você…- eu bufava de raiva – você merece o mesmo fim deles! Vou te matar desgraçado!!!
Foi a primeira vez que a usei em alguém vivo. Em um piscar de olhos ele estava lá, caído a minha frente. Suas últimas palavras foram “Bem excecutada…tolo”.
Senti-me muito mais poderoso, senti que não tinha limites, senti toda a juventude correr pelas minhas veias, uma sensação única de vitalidade, aquilo era como uma droga. Minha vingança estava concluída, estava virando uma página da minha vida, provei que era mais forte. Estava satisfeito. Mas não estava consciente de que ele tinha razão.
Eu não sabia como esconder meu poder, qualquer um pouco sensivel perceberia minha presença de longe e por isso seria arriscado voltar durante a noite, quando criaturas abominaveis estavam à solta. Aquela noite tive um sonho muito estranho.
Sonhei com um lugar perfeito, campos cheios de flores… perto de uma árvore gigantesca, pude ver uma linda mulher me esperando.
Era Marina, ela estava um pouco diferente, mais madura, não pude perceber todos os detalhes. Tinha mais alguns com ela, estavam me esperando, seus rostos felizes… mas, de repente, tudo escureceu, e eu vi seus corpos atirados sobre meus pés.
Acordei em um salto, suando frio e tremendo. O Sol estava a nascer na Terra Média. O corpo de Amrod havia sumido, mas não dei importância. Estaria voltando para casa, estava feliz, poderia finalmente beber ao lado de meus companheiros na taberna, poderia rever o sorriso da minha amada elfa que estava a tanto tempo me esperando, e protege-la com minha magia.
Cravei uma cruz na entrada daquela caverna em memoria de meus pais, eles estavam vingados e suas almas descançavam em paz agora e para sempre. Estava uma manhã tranquila.
Peguei minhas coisas e parti rumo à Taberna dos Bardos, no campo de Celebrant.
Vida nova, novas aventuras, uma página virada, outra página iniciada.
Aquilo era só o começo.
As verdadeiras dificuldades começariam em breve.
Antes do que eu imaginava.






Agradecimentos especiais ao Meglin e ao Bruno (Luppi)
valeu ^^
07/05/2009 às 22:39
Muito bom Gustaf! A imagem também ficou nota 9,5! Tirei meio ponto por causa do tênis M2000 e da calça da Pakalolo que o seu mago tá usando hahahahahahahahahaha
E o Luppi falando que meu perfil tava grande….
Amrod é um nome de um elfo… Inglorion é o sobrenome de Gildor, outro elfo… Isso sim é que é CTRL-C, CTRL-V! Aposto que foi idéia do Luppi! hahahahahahaha
Beleza Garoto! Que esse belíssimo perfil possa servir de incentivo para os outros Taberneiros postarem e participarem de nosso RPG! Não quero ver ninguém aparecer do nada no meio do RPG dizendo que pode cuspir bombas atômicas…
07/05/2009 às 22:45
Prevejo um perfil grande o do Raphael.
11/05/2009 às 16:24
na verdade, o meu cachorro no rpg cospe bombas atomicas ‘-’
auhuehaeuhae
07/05/2009 às 23:00
Muito Loko demais Gust!
Parabéns Necro!
08/05/2009 às 22:24
Negrice (desculpa a expressão, foi o que melhor se encaixa ae)
09/05/2009 às 01:55
Ah, Marina… Negrice é melhor que Negritude (Jr.) hehehehehe
09/05/2009 às 12:45
Mas a historia fico boa =D
09/05/2009 às 02:00
“Mas a historia fico boa =D”
brigado por essa parte ^^
10/05/2009 às 04:00
Ta, retiro o que eu disse antes que o Gust de mais um piti
agora o sobrenome tá italiano, mas melhor que antes =D
Ahh, meglin, eu ri quando li teu ultimo comentário XD
10/05/2009 às 05:20
deu preguiça de ler tudo! @.@ ahshashashashas
09/06/2009 às 02:58
teressa (H)
16/06/2009 às 20:51
muito legal!
tá grande, mas a própria história já incentiva à terminar!!
16/03/2010 às 09:47