Entre, pegue uma bebida e fique à vontade… Não repare a bagunça!

Histórias & Contos

Livro-Jogo: Os Poderes…

Saudações Elfos, humanos, hobbits, anões, dragões, cavaleiros… amantes de ótima literatura e RPG… Há um bom tempo eu estou escrevendo um livro-jogo com o título provisório “Os Poderes”. Este RPG tem inspirações em tudo que eu já li e joguei e decidi postar mais uma parte dele para a galera dizer o que acha, o que tem que melhorar… espero opiniões e até mesmo colaborações… porque não? Fiquem à vontade para baixarem no link abaixo e jogarem para testar suas habilidades.

Baixe aqui OS PODERES

 Grande abraço!
Lörindir Elwë Singolo


Especial: Guerra dos Tronos

Saudações Elfos, Humanos, Bardos, Hobbits, Starks, Lannisters, Targariens… ´

Já estava mais do que na hora de a Taberna dos Bardos, trazer um especial sobre as obras desse grandioso escritor Estadunidense George R. Martin.

A matéria abaixo saiu na revista “Aventuras na História” nº98 – Setembro 2011 e conta as inspirações em conflitos reais que fizeram Martin lançar tal série que é o maior best-seller do ano!

Nos anos 1980, numa viagem à Inglaterra, George R. R. Martin se impressionou com os restos da Muralha de Adriano, concluída pelos romanos no ano de 126 para separar o mundo civilizado dos bárbaros do norte, que viviam na atual Escócia. Essa tensão fronteiriça entre Roma e os outros povos…

(Continua…)


Conto: Os Planos de Erú

Eru Hansi Ilúvatar tem planos em nossas vidas que nem mesmo imaginamos.

Em meu regresso a Valinör, procurando me despedir da cidade que cresci, o destino guiado por Erú, me proporcionou uma surpresa deveras agradável e pretendo contar a vocês…

Deixei Winterfell no entardecer do sexto dia da semana, quase na hora do crepúsculo, acompanhado por outras tantas pessoas, entre Elfos, Anões e Humanos que iam para o mesmo destino.

Por uma artimanha do maldito Sauron, nossa caravana foi atacada e tivemos que ser defendidos pelo povo das paragens. A briga não era nossa, mas não pude deixar de defender aos mais necessitados e finalmente minhas flechas cruzaram o ar procurando o couro dos inimigos.

A viagem atrasou por duas horas, mas sabia que as pessoas que me encontrariam em Valinör estariam lá como combinado, pois os pombos-correio enviados para avisar de nosso atraso e de nosso confronto são mais rápidos que a caravana.

Após longo período de viagem, finalmente chegamos. Alguns ficaram na estalagem, mas alguns seguiram mais à frente onde ficariam em estalagem de outra cidade.

Um companheiro de viagem que lutou ao meu lado, também me acompanhou até próximo de meu destino e, por coincidência, ele é irmão de um grande amigo de Winterfell. Ele veio para encontrar sua amada, que residia em Valinör.

Após uma caminhada cheguei ao ponto de encontro combinado. Algum tempo se passou (sabemos como elfas são vaidosas para se aprontarem) mas logo a avistei… Linda, bela como sempre me lembrei dela… Estava acompanhada de sua irmã e cunhado, o camarada Güstaf.

Pegamos uma carruagem que nos deixou próximo à minha antiga morada.

No caminho até lá, conversei muito com Milady Erundulë, dizendo a falta que senti de sua companhia nesse tempo que passamos separados, que Erú tem sempre um propósito em nossas vidas e que se éramos para estarmos ali, naquele momento, foi porque Ele permitiu.

Chegamos à minha antiga residência e pedimos que um Hobbit nos trouxesse o que chamam aqui de Pizza. Bebemos muito vinho, Hidromel, comemos muito, comemoramos muito, conversamos muito.

A noite avançava, quando meu camarada Güstaf e sua amada recolheram-se. Fiquei ainda um tempo conversando com minha até então amiga Milady Erundulë.

Por carta já havíamos nos comunicado, falado dos nossos sentimentos um pelo outro e só fui até Valinör justamente para o pedido formal… “Quer namorar comigo?”. Hesitei embora imaginasse a resposta, mas em momento tão especial, onde parece que o tempo para, que os Valar nos olham, um frio percorreu meu estomago aguardando pela resposta… segundos pareceram eternos.

_ Quero.

Meu sorriso dizia tudo, minha felicidade se completara, Erú, todos os Valar estavam presentes naquele momento quando o pedido foi aceito.

Estamos sob as mãos de Erú. Ele nos uniu e mal algum nos separará.

O final de semana com Milady Erundulë, agora minha namorada, foi espetacular.

Infelizmente no primeiro dia da semana, em outras paragens conhecido como Domingo, tive que regressar à Winterfell. Em meu caminho à estalagem, onde pegaria a caravana para o retorno à minha nova morada, fui surpreendido com um mensageiro apressado, dizendo que Milady queria fazer a refeição da tarde ao meu lado. Mais que depressa tomei o rumo de sua residência. Aguardei algum tempo (sabe como elfas são para se aprontar), mas meu coração novamente se abriu ao vê-la… bela, linda, cheirosa, como sempre.

Fomos ao almoço, onde mais uma vez nos declaramos um ao outro, aproveitei o tempo que tínhamos para mostrar onde ela poderia embarcar para chegar à Winterfell.

Infelizmente a hora avançou e chegou o momento de partir, mas não feliz, pois em Valinör deixei meu coração com Milady Erundulë. Contive a emoção pois apesar de emotivo, não quero demonstrar fraqueza.

A viagem se seguiu, tentei dormir na carruagem, mas sem sucesso, com o pensamento em minha amada.

Ainda à noite recebi a notícia que ela quer realmente vir à Winterfell. Prepararei as melhores hospedagens para Bela Elfa de Valinör.

Estou no aguardo de sua visita à minha nova morada, onde apresentarei ela aos meus pais que com certeza abençoarão nossa união.

Erú e todos os Valar nos Abençoem.


Fim de semana em Winterfell

Saudações Elfos, Bardos, Hobbits,Humanos, Ogros…

É engraçado eu aparecer na Taberna dos Bardos para contar histórias, ainda mais de uma terra que poucos freqüentadores daqui conhecem, mas fazendo jus aos Bardos, decidi que essa seria uma história interessante sobre 2 dias em novas terras…

Apesar de ter saído há pouco tempo de Middle-Earth, onde residi por toda minha vida, sempre visitei a terra de minha mãe, Winterfell, onde tenho parentes. Mas meu velho pai decidiu-se por procurar novos horizontes em terras que minha mãe algumas vezes dizer que não deveria
ter deixado.

Meu relato sobre esta velha nova terra começa no sexto dia da semana ao cair da noite quando eu me encontrei com meu parente por parte de mãe, chamado de primo, para que ele me mostrasse algumas coisas que eles fazem por aqui após os dias de labuta intensa. Fomos em um   local chamado Mussareli, onde muitas criaturas de diversas raças (Fadas, Elfos, Humanos, Hobbits…) reúnem-se para apreciar uma bebida conhecida como cerveja, jogar uma partida de Sinuca e escutar as músicas apreciadas por estas paragens.

A bebida não tem comparação com o bom e velho Hidromel de Valinor, muito menos de Valhalla, mas apreciei tal líquido que deixa até os mais fortes embriagados com seu gosto amargo, mas que mata a sede de viajantes. Embriagues também foi o que me chamou a atenção do local, mas claro que belas elfas, lindas humanas, maravilhosas fadas me tiravam a atenção dos embriagados que, em um estado anormal, de alegria excessiva muitas vezes, tentavam cortejar tais damas e, muitas delas também um pouco fora do equilibrio normal.

Disputei uma partida da tal Sinuca, onde o objetivo era atingir uma esfera branca com uma espécie de vara, com a ponta fina e fazer que outras esferas de cores diversas, numeradas, caíssem em buracos parecidos com tocas de marmotas, que se dispunham em 6 locais diferentes de uma grande mesa de madeira de cor verde escura, como a grama que cresce em Valfenda.

Encontrei-me com bela Humana que atendia por Daiane. Ela já era conhecida deste que vos conta a história e com ela apreciamos a bebida conhecida como Ice, de gosto doce, coloração branca turva e um pouco de limão, ao que pareceu ao meu paladar deveras agradável, além de consumir também a tal que deixava as pessoas alegres, a cerveja. Mas não existiam somente tais liquors na localidade. Outras bebidas também eram servidas.

A hora passou e chegou meu momento de me retirar pois a tal casa de divertimento estava por encerrar as atividades. Meu parente disse que ficaria por ali, ainda disputando a partida de Sinuca que, por sinal, joga muito bem.

Acompanhei a bela dama até a residência dela e fui para minha atual residência. Aqui termina o sexto dia da semana.

Ao sétimo dia desta mesma semana, conhecido como Dia de Saturno, após bela refeição na residência da mãe de minha mãe, fui adquirir um pedaço de papel conhecido por aqui como… ingresso… para irmos, eu e algumas belas humanas e elfas para uma festa onde a tal cerveja além de outras bebidas seria grátis. Apesar de eu ter adquirido o pequeno pedaço de papel por 40 moedas, creio que não seja compensatório pela quantidade de bebida ingerida, mesmo querendo ficar embriagado.

O local era uma espécie de… como eles chamam por aqui… Ah sim, chácara, que estava muito bem freqüentado por humanos, Elfos, Anões… até mesmo alguns Orcs e Duendes foram vistos na localidade, se divertindo e embriagando-se como de costume.

Andando pelas paragens, ao som do estilo de música que pouco me agrada (ou não agrada mesmo), conhecido aqui como Sertanejo, encontrei-me com duas Elfas belas, também conhecidas por este que vos escreve, Idril e Gilraen, duas belas moças irmãs. Uma com cabelos claros como o raiar do dia, que lembrava muito a beleza de Galadriel e a outra com cabelos negros, que me lembravam em muito Lúthien, porém imcomparável com tal dama de beleza infinita. Tal moça estava tristonha por ter perdido um amor. Talvez por isso a comparação com Lúthien me veio à mente, embora Beren tenha enfim encontrado a felicidade com sua amada, mas enfim, a origem de meu nome (Guardião dos Tesouros) foi mais uma vez testado. O que há de mais sagrado, o que é maior tesouro que não se pode comprar por valor nenhum de ouro, prata ou qualquer outra coisa do que o sentimento do verdadeiro amor? Mesmo sabendo que palavras são simplesmente palavras, em honra ao meu nome, disse algumas para
tentar confortar a bela elfa.

A tal trupe de música regional saiu do palco e logo em seguida entrou uma trupe de batuqueiros que levaram os presentes a se exaltarem e cantarem junto. Mais uma vez não gostei do estilo da música, mas fui compensado pelas belas companheiras que estavam comigo e queriam que eu aprendesse a tal dança que acompanha a música.

Dois Orcs se estapeavam enquanto eu ria com o copo da bebida dourada e espumosa, a tal cerveja que estava me fazendo entrar em um estado de alegria incontida. Alguns guardas do local chegaram para apartar o confronto, mas ainda tive tempo de ver o Orc menor ser estapeado e esmurrado, enquanto uma fêmea tentava separar as duas criaturas. Pouco tempo depois tudo se normalizou. Isso é uma conseqüência da bebericação em excesso, presença de muitas fêmeas desinibidas e machos querendo provar serem melhores que os outros.

No demais a festa foi interessante e quando terminada, dali nos encaminhamos para um posto de abastecimento, onde cavalheiros alimentavam seus alasões, corcéis… ainda esperei ver alguém montado em um dragão, o que para mim seria deveras interessante. Neste local, existe uma pequena taberna, que em nada se compara com a nossa amada Taberna dos Bardos, mas também vende-se de tudo um pouco e ainda é possível encontrar boa bebida e excelente fumo apesar de não ser o de Bri.

Não vi nenhum Elfo, Humano ou qualquer outra espécie montando um grande dragão vermelho, mas segundo meus companheiros, um certo cavaleiro que chegou à Taberna, foi-me informado que ele era um tal “Jogador de Futebol”. Aprecio a modalidade esportiva, porém não o conheço pois não joga defendendo escudo de minha agremiação apesar de ser da mesma cidade. Ainda ouvi que ele se chamava Alatáriël. Logo pensei que os companheiros do mesmo deveriam estar preocupados, já que disputariam uma labuta dali algumas horas contra uma agremiação conhecida como Sereia. O tal Alatáriël pouco demorou-se na Taberna, saindo de lá montado em um Alasão prateado, talvez da descendencia de Scadufax.

O astro maior se aproximava com a alvorada e assim terminou o fim de semana em Winterfell . Mais um de muitos que virão. E hoje, Thor, São Pedro, Iluvatar decidiram que o primeiro dia da semana devesse começar com chuva, para lavar a poeira que se instalava por aqui há um tempo.

Espero que possa encontrar os velhos companheiros de Taberna em visita à Winterfell, terra que sempre amei e venho me tornar um filho da terra.

Ass: Lörindir Elwë Singolo.


Guerra dos Tronos em HQ: Novidades

Saudações Amantes de quadrinhos, ótima música, RPG, Tolkien, George R. R. Martin…

Mais algumas imagens da HQ Game of  Thrones foram divulgadas e agora com os balões…

O site The Daily What trouxe um preview da primeira edição de Game of Thrones, a HQ baseada no livro de sucesso de George R.R. Martin que recentemente foi adaptado para a TV. Confira na galeria as páginas de Tommy Patterson  ainda sem o texto do roteirista/adaptador Daniel Abraham.

Publicada pela Dynamite Entertainment, a maxissérie em 24 capítulos terá 29 páginas em cada edição para dar conta do longo livro inicial d’As Crônicas de Gelo e Fogo. E promete ser mais fiel ao texto de Martin do que a série televisiva da HBO.

A nova capa divulgada é de Mike S. Miller. A série começa em setembro nos EUA e, após concluída, sairá em coletâneas pela Bantam Books.

Fonte: www.omelete.com.br

E vocês podem conferir as imagens em nosso álbum do Flickr, selecionando no menu ao lado ou no link abaixo:

http://www.flickr.com/photos/tabernadosbardos/


A Game Of Thrones em Quadrinhos

Saudações Elfos, Humanos, Hobbits, Starks…

Lembro que a alguns posts atrás eu falei que “A Game of Thrones” seria lançado em quadrinhos certo?

Pois trago novidades…

O Site Omelete.com.br, trouxe as imagens da capa e algumas páginas da revista ainda sem os textos. Parece fielmente (ao menos na capa) baseada no livro de sucesso de George R.R. Martin que recentemente foi adaptado para a TV. Confira abaixo as páginas de Tommy Patterson ainda sem o texto do roteirista/adaptador Daniel Abraham.

Publicada pela Dynamite Entertainment, a maxissérie em 24 capítulos terá 29 páginas em cada edição para dar conta do longo livro inicial d’As Crônicas de Gelo e Fogo. E promete ser mais fiel ao texto de Martin do que a série televisiva da HBO.

A nova capa divulgada é de Mike S. Miller. A série começa em setembro nos EUA e, após concluída, sairá em coletâneas pela Bantam Books.

Esperamos que venha logo para cá… mas enquanto esperamos, confira a nossa nova seção de imagens… http://www.flickr.com/photos/tabernadosbardos/ ou acesse no menu ao lado.

Fonte: http://www.omelete.com.br/game-thrones/quadrinhos/game-thrones-confira-um-preview-da-hq/


Curtinha sobre o filme “O Hobbit” (2)

Primeiras fotos da gravação do filme “O Hobbit”

O Hobbit: Nori, Ori e Dori

De acordo com o blog Omelete, a revista EW lançou as primeiras imagens da gravação do filme ”O Hobbit” (The Hobbit: An Unexpected Journey).

As primeiras fotos do diretor Peter Jackson, de Gandalf (Ian McKellen) e Bilbo Bolseiro (Martin Freeman), com direito a anões ao fundo (Nori, Ori e Dori) – Acesse o Link:

http://www.omelete.com.br/galeria/hobbit/Hobbit-29Jun2011/?slug_conteudo=o-hobbit-veja-primeiras-imagens-do-filme


Curtinha sobre o filme “O Hobbit”

De acordo com uma fonte do site ma fonte do site TheOneRing.net, a New Line Cinema, registrou dois possíveis nomes dos filmes para usar em divulgação - são eles The Hobbit – There and Back Again e The Hobbit – An Unxpected Journey (ou The Hobbit – The Unexpected Journey).

Não há nada confimado, mas as sugestões são legais!


Orcs

Orc ou Ork (tradução do latim: o senhor do mundo dos mortos, uma criatura deformada e forte), aparece nas línguas germânicas e nos contos de fantasia medieval como um dos títulos de Plutão. Esta figura foi popularizada nos livros de J.R.R. Tolkien (O Hobbit e a trilogia Senhor do Anéis), e virou recorrente em jogos de RPG e outros jogos.

Orcs são seres maus por natureza, bárbaros, hostis a qualquer criatura que os pareça mais fraca, e de notável força e igual crueldade. Possuem peles enrugadas e semelhantes à de répteis, de cor verde musgo ao marrom escuro. Convivem em sociedade, com formação semelhante ao militarismo, tendo um orc mais forte, considerado grande general, que com a ajuda de capitães comanda recrutas jovens e fracos. Algumas sociedades possuem um líder espiritual, o xamã, geralmente o mais sábio. São criaturas selvagens, mas são ótimos guerreiros e têm excelente noção de táticas de guerra, venenos, trilhas e clima e caça.

Nas obras de Tolkien, são citados como criaturas humanóides, feias, geralmente menores que os humanos, de braços compridos como macacos, costas e pernas arqueadas, sangue negro e azedo, remanescentes de corpos ressuscitados. O autor os descreve: “[...] são atarracados, largos, com nariz achatado, pele desbotada e olhos oblíquos [...]“.

Usados como soldados pelos vilões Morgoth, Sauron e Saruman, são retratados como estúpidos, infelizes, que odeiam todos, incluindo a si mesmos e aos seus mestres, que servem por medo. São incapazes de fazer coisas belas, mas conseguem criar instrumentos para ferir e destruir. Em batalha, cantavam canções horríveis, usavam um tipo de armadura bastante eficiente, embora inferior à dos Elfos e Anões. Também usavam flechas e lâminas envenenadas, e podiam criar máquinas de tortura.

Sempre famintos, são capazes de comer todo tipo de carne, até a de homens e cavalos, à exceção talvez de sua própria raça, embora haja algumas alusões ao canibalismo.

Havia variações entre os tipos de orcs. Os exemplos mais clássicos são:

- Uruk-hai: maiores, mais fortes e de pele negra.                                           

- Snaga: menores e mais fracos que os Uruk-hai, escravos.

Também encontramos variações quanto às funções:

- Sauron criou orcs soldados, ou perseguidores, como os Uruk-hai

- Saruman criou orcs mais altos e tinham proporções mais humanas (de um provável cruzamento entre estes e humanos), por isso eles podiam caminhar sob o sol, mesmo que não gostassem de seus raios.

Em “A História da Terra –média”  J.R.R. Tolkien ainda menciona os Maiar que encarnam em corpos de orcs e os Boldogs, líderes-orcs, ou um tipo de Maiar na forma de orc.

Há duas teorias para desvendar a origem dos orcs. Uma delas é de que os orcs eram feitos de pedra e lodo e animados por feitiços de Morgoth (uma vez que na obra de Tolkien, o mal não cria seres animados, pois a Chama Imperecível estava com Eru Ilúvatar). A outra é até explicada pelo autor em “O Silmarillion” e afirma que Morgoth torturou e mutilou Elfos da divisão dos Avari, tornando-os orcs (pois era incapaz de criar seres independentes de sua vontade). Como os Elfos são imortais, isso tornaria os orcs igualmente imortais, o que soa inconsistente. Mas existem evidências de que eles não são imortais, mas vivem muito.

Em jogos, os orcs são mais altos, maiores que humanos, e têm usualmente a pele esverdeada, como em Warhammer Fantasy, Forgotten Realms, Warcraft e outros.

Há uma referência aos orcs também em “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa” de C.S. Lewis. Quando Aslan chega à Mesa de Pedra, o narrador menciona criaturas maldosas que se reuniram em torno da Feiticeira Branca – incluindo “Orknies”.


Filme “O Hobbit”

Adicionando informações ao que Lörindir ja havia postado, agora sabemos que o tão aguardado filme “O Hobbit”, adaptação do Livro de J.R.R.Tolkien finalmente está chegando! A direção confirmada é de Peter Jackson(PJ), e o filme será dividido em dois longas-metragens, a partir de um roteiro escrito por PJ, Guillermo Del Toro, Fran Walsh e Phillippa Boyens.

As filmagens estão previstas para serem iniciadas em Fevereiro de 2011, e serão feitas na Nova Zelândia. O orçamento ficou aproximadamente em US$ 250 milhões para cada filme! Só resta saber agora de onde virá a grana, uma vez que a MGM tem falência declarada.

Mas o lançamento está previsto para Dezembro de 2012 e Fevereiro de 2013.

Já se tem informações iniciais sobre o elenco do filme. De acordo com entrevistas do cineasta e de atores, a adaptação vai manter o elenco da franquia “O senhor dos anéis” em seus respectivos papéis.
“Quero que fique claro que não vou escalar qualquer um para ‘O Hobbit’; espero poder trazer de volta os atores de ‘O senhor dos anéis’ nos mesmos papéis. O elenco da trilogia era perfeito”, disse Del Toro ao site da MTV.

Elenco já confirmado:

Bilbo Baggins – Martin Freeman
Gandalf – Sir Ian McKellen
Gollum – Andy Serkis
Galadriel – Cate Blanchett
Thorin – Richard Armitage
Kili – Aidan Turner
Fili – Rob Kazinsky
Dwalin – Graham McTavish
Oin – John Callen
Bombur – Steven Hunter
Dori – Mark Hadlow
Gloin – Peter Hambleton
Bofur – James Nesbitt
Ori – Adam Brown
Beorn – Mikael Persbrand
Radagast -Sylvester McCoy
Lord Balin – Ken Stott
Drogo Baggins – Ryan Cage
Nori – Jed Brophy
Bifur – William Kircher

Apesar de não aparecerem no livro, tem-se a previsão de aparições discretas de Cate Blanchett como Galadriel e Orlando Bloom como Legolas em um ou nos dois filmes.

Agora é aguardar as filmagens e torcer pelo lançamento!


Contos da Taberna: Precursores do Mal

 

Capítulo IV: O Conflito

Lörindir corre para pegar seu arco coloca a aljava de flechas nas costas
_Onde está Ranadin? Onde está nosso vigia? Ilyaturë… prepara-te! eles estão próximos… consigo ver o brilho vermelho do fogo das tochas.
_Amigos… eis que é chegada a hora que infelizmente todos aguardávamos… Eles estão chegando, cruzaram o vale e entraram em nossas terras. Não tenham clemência, pois eles não terão de nós. – E olhando para todos os presentes na Taberna – Vou precisar de todos os presentes… elfos, meio-elfos, feiticeiros, anões, hobbits, humanos… todos unidos para defender nossa taberna. À luta amigos, em defesa de nossa taberna!

Logo após, segue para cima da torre onde terá uma melhor visão das tropas que se aproximam e fixando seus olhos no horizonte, pensa “Eles chegarão aqui em menos de minutos, espero que tenhamos força para suportar a primeira investida”.

De cima da torre, avista um vulto mexendo-se muito rápido e entrando na taberna. Eis que surge o Ladino Ranadin

_ Senti que era necessário por estas regiões! – responde Ranadin- Senti que a Hora Escura se aproximava, então voltei. Ajudarei vocês neste momento de aflição, meus caros!!!!
Enquanto Lörindir prepara a investida, Ranadin observa…

_ Uma frota orc às 12 horas, um exército Uruk-Hai às 8, e uma pequena frota warg às 6 horas. Lörin, siga pelos Uruks!!! Vou-me ao encontro dos orcs nesse momento!!! – Ranadin em um salto, sai da torre em direção aos inimigos.

 Enquanto isso, Ilyaturë, armada de seu arco e flecha, segue juntamente com os outros combatentes.
- Eles se aproximam muito depressa! Tomara que tenhamos força! (mais…)


Contos da Taberna: Precursores do Mal

Capítulo III: O Chamado

Rômulo, de pé olha indignado para Carlos:

_ Desculpe Carlos, mas você disse que ajudaria sentado aqui… Acredito que da onde estivermos não dará mais pra ouvir sua bela melodia!! Você virá????

Carlos dá um salto da cadeira onde estava e olhando para Rômulo, responde:

_ E perder uma batalha épica? Mas diga, quando começará a carnificina? Quero ver o sangue de bastardos pingando de lâmina de espadas, gritos mudos de gargantas perfuradas pelas flechas dos elfos, corpos caindo diante as magias de nossos sábios feiticeiros.. Ah! Nada mais inspirador.

Rômulo, com um sorriso no rosto responde:

_ Estes fatos também me inspiram… Ótimo, então somos em 9 e partiremos assim que o Júlio regressar!

Julio André atravessa a porta em silêncio, com uma sacola de viagem nas costas. Anda até uma das mesas e larga ela em cima.
_ Pois bem, voltei. Devo dizer que minha estirpe jamais foi de guerreiros. Nenhum dos meus antepassados empunhou uma espada numa guerra de verdade. Mas meu pai guardava algo em casa desde sua juventude.
Pega a sacola e de dentro dela tira uma espada. Não muito comprida ou de aparência nobre, mas que tinha várias pedras incrustadas em seu cabo.
_ Segundo o meu pai, essa espada um dia pertenceu a um feiticeiro de terras além mar que visitou nossas terras. Ela teria sido forjada por anões de uma montanha que exalava um poder único. Foi parar nas mãos de nossa família sabe-se lá como, e desde aquele tempo é guardada por nós. Realmente não sei se isso seja verdade, ou apenas uma história que inventaram para impressionar as crianças. Mas de qualquer jeito, tendo esta espada poder ou não, vou erguê-la para cortar os pescoços de quem acabou com minha história, com minha linhagem e os que amei.
- Recebi novas notícias. Precisamos nos apressar, as tropas inimigas marcham muito rápidas. Várias frentes já estão sendo erguidas, gente de todas as cidades e vilas estão se unindo para tentar enfrentá-los. Mas está sendo difícil, os invasores usam uma magia muito negra, que quase ninguém deste canto do mundo conhece.
Amigos, vos digo, estamos muito próximos de perdermos nossas vidas. Mas a vida de nenhum de nós será perdida em vão! Entregaremos até nossa última gota de sangue para defender nossa pátria e a quem amamos!

(mais…)


The Bard’s Tavern – Chapter IV: Today

Há pouco tempo retornei à taberna. Por algum motivo não pude sair de Midgard, motivos estes que desconheço ainda. Portais tradicionais, como Stonehenge e o Triângulo das Bermudas se encontravam selados. Magias do tipo Warp não funcionavam. Consegui manter comunicação, mas o tempo era limitado. Fora terremotos, chuvas incessantes e, mais recentemente, um vulcão que entra em erupção, me faziam crer que algo estava errado…

(mais…)


Contos da Taberna: Precursores do Mal

Capítulo II: O Exército

Surge na porta da Taberna mais um viajante… Julio André, que adentra silenciosamente a taberna e, retirando o capuz que cobria a cabeça, diz:

_ Estou realmente temeroso de que estejamos nos encaminhando por uma guerra absoluta – Retira de dentro da capa um pergaminho, o desenrola e o lê em voz alta:
 “Más notícias. Lembras daqueles barcos desconhecidos que rondavam nossa costa? Dois deles atracaram em nosso porto, e uma legião de seres estranhos desembarcou, destruindo tudo o que encontram pela frente. mataram vários de nossos homens, incendiaram casas, violentaram algumas mulheres e não tiveram piedade nem mesmo com as crianças. Por sorte os elfos que tem seu reino aqui por perto nos auxiliaram prontamente e conseguimos expulsá-los. Mas é tudo momentâneo. A cada dia aparecem mais navios, e a costa vai se pintando de negro. Não temos a menor idéia de quanto tempo poderemos suportar os ataques; já tratamos de esconder em locais seguros nossas mulheres, filhos e anciões, e igualmente não sabemos por quanto tempo se manterão a salvo. Envio-te este escrito como um aviso, esteja você e todos de sua região preparados, pois uma força muito poderosa se aproxima.
Cheio de dúvidas e temeroso,
Seu irmão.”

_ Ele não diz aqui, mas eu sei que aconteceu. Uma das mulheres violentadas foi a do meu irmão. E mataram o filho deles. Não sei quanto a vocês, mas a sede por sangue se tornou insuportável dento de mim, e estou disposto a perder minha vida para ter de volta a honra de minha família.

Diogo, com um rosto demonstrando compaixão, vira-se para Julio André

_ “Também sofri muitas perdas ao longo de meu caminho, e sei bem como é lidar com elas – Em voz alta e olhando para todos  – Se há alguém aqui que tenha domínio sobre as forças arcanas e queira juntar-se à nós, diga me para que unamos nossas forças nessa empreitada.
Ele coloca a mão sobre o ombro do mensageiro

_ Desde que perdi a todos que tinha, minha vida não me pertence mais, fiz um juramento de me sacrificar pela humanidade e combater as forças que um dia tiraram quem eu amava de mim…

Gustaf, ouvindo a conversa se manifesta prontamente em auxílio ao companheiro:

_ Não domino forças arcanas, mas sim necromante. Podem contar comigo, estou aqui para isso.

Rômulo olha para o mensageiro e diz:
_ Sua família será vingada meu irmão… – Vira-se para todos os presentes, com punho cerrado e olhos preocupados:

_ Isto é o que espera à suas terras, e não demorará muito, assim que as defesas do sul serem derrubadas, tudo de belo que conhecemos será convertido às cinzas e pó. Agradeço à tua ajuda Lia, e se eu precisar, juro que dou um grito e te chamo!
Então Rômulo olha para seus novos companheiros e diz:
Lörindir, Elder Oberon, Júlio André e Gustavo… Agradeço a vocês por ouvirem a ajuda de um irmão, e tenham certeza de uma coisa – Ele cerra mais uma vez os punhos e bate com força na mesa, quase derrubando a caneca do BG(sem querer querendo) – Nossos nomes serão lembrados, não pela derrota ou pela vitória, mas sim pela bravura e coragem demonstradas…

Lorindir vira-se para o companheiro, olhando fixamente, depois põe as mãos sobre a mesa, abaixando a cabeça e dizendo:

_ Independente de sermos lembrados, independente de vitória ou derrota, independente de qualquer coisa, devemos ajudar porque bem sabemos que precisaremos também da ajuda – E num brado ele convoca todos –  Às armas!

Ami se manifesta à favor da batalha recitando alguns versos:

_Ajudarei vocês com meus conhecimentos clericais.
Não há glória na covardia, e a sangrenta noite nos aguarda

Seguiremos a estrada da tormenta
E morreremos por nosso país!
Honraremos nossos antepassados!

Diogo, novamente olha para os presentes

_Caros amigos acho q somos só nós nessa perigosa empreitada, ainda desconheço os poderes das forças necromânticas porque donde venho não são muito comuns, mais tenho certeza que são tão poderosas quanto qualquer outra. Vamos?

Druida Lugaid , saindo da taberna anuncia mais ajuda:

_ Trarei um grupo de druidas em três dias. Lutem por suas vidas e pelo hidromel Até  minha volta. Não poupem nenhum deles!

O tempo é inimigo nestes tempos sombrios para os companheiros da taberna, o ar está pesado.

Julio André sentado num canto, calado, pensativo, mirando apenas o fundo da caneca é surpreendido por um falcão adentra pela janela, lançando mais um pergaminho enrolado. Ele pega o pergaminho, baixa a cabeça e pensativo fala com os outros…
_ Isso não é bom.

Ele lê o pergaminho, com o rosto muito transtornado.

–  Não tenho mais família – diz ele, andando em direção ao fogo lançando o pergaminho nele, observando-o ser consumido pelas chamas –  Mataram meu irmão. Todo o leste está devastado, e as hordas marcham para cá. Creio que devamos nos prepara de vez. Irei para minha casa buscar algo que há muito tempo não mais usei.
Ele coloca o capuz sobre a cabeça e sai da taberna sem olhar para os outros. Logo se ouve o barulho de cascos ficando cada vez mais longe.

Ilyaturë levanta-se e chama a atenção dos presentes dizendo:

_Olá amigos da Taberna! Estou sempre aqui, e se precisarem de forças élficas, estarei à postos para ajudá-los em vossa batalha. Tenho arco, flechas e muita coragem para enfrentar o Grande Mal que assombra os povos.
Ainda em pé, levanta a caneca do Blind Guardian cheia de Hidromel.
_ Quem mais está conosco?

Rômulo levanta-se também, com um rosto preocupado:

_ Se é verdade o que dizia no pergaminho de Júlio, logo estarão aqui! Creio que temos que ir rápido para a Taberna do Sul, salvá-la e reunir o máximo de ajuda por lá e voltarmos de pressa; pois acredito que a batalha real será neste solo, suas terras!
Römulo olha para todos os companheiros reunidos ali e diz:
_ Concordam comigo de que assim que Júlio retornar de sua casa, é hora de partir. Assim teremos tempo de
mais alguém chegar e se juntar à nós! Parece que estamos em 7 (Ami, Ilyaturë, Lörindir, Römulo, Elder Oberon, Gustavo, e Júlio quando retornar)
Então ele olha para a clériga Ami e da elfa Ilyaturë
_ Fico maravilhado pela coragem das mulheres desta terra, se assemelham as da minha!
Enquanto espera a chegada de Júlio, Römulo senta e pede uma jarra de meio litro de hidromel.

Lörindir, sentado em um canto diz ao grupo:

_ Rômulo, Ily… assim que houver o retorno partiremos em socorro… Meu cavalo está pronto, minha caneca do BG está preparada… creio que voltaremos antes de a Grande Onda, que é como tenho chamado a invasão que se aproxima, chegue dentro de 2 dias… não muito mais que isso… certamente retornaremos com reforços das terras longínquas e varreremos as hordas do mal.
Lörindir toma o hidromel que está em sua caneca
_ Amigos, tenho afazeres na cidade, voltarei antes do retorno do Júlio… e assim poderemos partir em nossa jornada para ajudar Rômulo. Harya vanima aurë

Lörindir sai da taberna e segue em sua jornada solitária.


Contos da Taberna: Precursores do Mal

Capitulo I: Mudanças

Eis que por algum tempo tivemos paz e alguns chegaram realmente a acreditar que o mal estivesse derrotado definitivamente, mas não é assim, por vezes ele foi derrotado e por outras tantas levantou-se e nos atacou com força sempre superior que a anterior. Mas, nós… Elfos, Meio-Elfos, Anões… seres ligadoa à natureza sentíamos sempre uma leve mudança no ar, na água, no clima… coisas imperceptíveis para humanos normais. Porém ultimamente a mudança tornou-se muito visível à todos e pequenos sinais do que viria estavam aparecendo.

Camila Lima adentra a taberna ofegante e da porta avisa aos presentes:

_As tabernas do sul foram invadidas por orcs saqueadores … todo hidromel foi perdido…

Lörindir entra pela porta da taberna…

_ Estive longe por um tempo, mas sei de rumores de uma invasão? Ily, Moisés, amigos… toda ajuda é bem-vinda em tempos de crise… Minhas flechas anseiam por beber mais sangue inimigo… Eles mandaram alguns batedores à taberna, mas foram rechaçados. Deixamos que um deles voltasse de onde veio como forma de avisar aos outros… Pois que venham… Estamos preparados para qualquer invasor… não tomarão a taberna… NUNCA!
Lörindir bate sua caneca do Blind Guardian na mesa de madeira, fazendo com que a vela que ilumina o local balançasse, quase tombando. Os outros olha para ele e vêem a chama da batalha em seus olhos
_ Mas… enquanto isso, temos que nos preparar… Fastolph, meu amigo… pode trazer hidromel?

Ao longe podemos ouvir cascos de cavalo apressadamente tocando o chão e parando próximo aos estábulos. As portas da taberna são bruscamente abertas por Rômulo:

_Venho de terras sulistas, e trago péssimas notícias para seu povo! Já estou cavalgando à 5 dias (calos na bunda, estão me matando). Minha terra natal acaba de ser rechaçada por uma enorme horda de Orcs e Trolls, grandes guerreiros valorosos foram mortos, porém muitos sobreviveram e foram à outras terras vizinhas avisar sobre o perigo que se aproxima. A velha Taberna Sulista está sitiada e corre grandes riscos de ser derrotada… Venho humildemente à vocês – Ele agacha-se – Sob ordem do regente da terras da Taverna Sulista, clamar por auxílio nesta batalha! – Poe-se de pé novamente – Alguém que esteja presente, nesta Taverna que nossos antepassados brindaram e partilharam vosso Hidromel, sentaram e contaram histórias de seus grandes feitos, suas campanhas e suas conquistas e agora esperam por nós nos salões de Mandos, se habilita de me acompanhar nessa corajosa, porém incerta campanha!?!?!

_ Claro meu bravo irmão do metal. Hail and kill! – Gustavo manifesta-se à favor:

Lörindir está sentado em um canto escuro, fumando cachinbo…
_ Rômulo, sempre que necessitam de ajuda, certamente os irmãos daqui desta taberna sairão em auxílio. -
Lörindir levanta-se, coloca sua caneca do Blind Guardian na mesa e vai em direção ao camarada que solicita ajuda – Eu irei, alguém mais me acompanha? Gustaf também? Quem mais? Lembrem-se que a ajuda será bem vinda por estas terras quando nós necessitarmos…
Rômulo olha em volta, procurando alguma manifestação de solidariedade:

- Será que seremos os únicos à sair nesta contenda? – Rômulo se vira para a porta; com um olhar sem esperança ele avista o horizonte em direção ao sul e abaixa a cabeça.
Repentinamente, Lörindir põe a mão em seu ombro, e um sentimento de esperança enche em seu coração flagelado pela dor; ele encara Lörindir com um sorriso e diz:

- Não vai levar sua caneca?

Neste mesmo instante, um Mago, adentra a taberna…

_Eu, Elder Oberon Mago das Terras do Oeste venho á essa terra a procura de conhecimento e riqueza… Se esta jornada puder me oferecer isto então os acompanharei.”

Ele vira-se para Lörindir e indaga: Onde comprastes essa caneca magnífica?

_Amigo Mago, por andanças em terras distantes (galeria do rock) eu consegui tal tesouro. Mas junte-se à nos na contenda, certamente haverá muito hidromel e carne de javali para ser apreciada no regresso dos vitoriosos.


Perfil de Ilyaturë Calimellen

Saudações à todos…
Os Contos da Taberna logo estarão prontos… A batalha foi dura, mas por mais esta vez conseguimos vencer o Grande Mal e sua horda.
Contamos com a ajuda de vários novos integrantes, bem como os personagens que neste mês completam 1 ano de Taberna Dos Bardos!
Um brinde à todos nós que, apesar de interpéries, atrasos, falta de tempo… estamos aqui, firmes, fortes e vivos!

E agora tenho o prazer de dizer que uma das mais novas integrantes da taberna conseguiu terminar seu perfil: Ilyaturë Calimellen.
E você que ainda não criou seu perfil, não perca tempo e mande o seu!


Battlefield – Capítulo I

O dia amanhecia claro na floresta de Migreen, e Orth mais uma vez saía para caçar. O dia estava perfeito, a luz do sol brilhava por entre as frestas das copas das árvores, e a floresta verde, estava alegre, cantando para o dia que nascia. No horizonte, o sol subia lento por entre as montanhas.

“Um cervo grande e bem gordo
Uma ave pesada que nem voa
Um grande bicho quero encontrar

Atrás da árvore ou da montanha
Onde quer que você se esconda
Saiba que eu vou te jantar…”

(mais…)


Golden Lion Tamarin Enigma – Chapter II: The Quest

Como eu havia dito antes, certas questões foram mantidas longe do conhecimento público. Não seria diferente com “A questão dos Micos”, já que era um assunto do qual muitos anciões não gostavam nem de lembrar. Até aquele dia…

As informações que tínhamos na época diziam que Hansi Kürsch se alimentava de micos para manter sua potência vocal elevada e o timbre de sua voz cristalino. Em um determinado período da história, inicia-se o tráfico de micos dourados das florestas brasileiras. Alguns anciões dizem que membros da BGB faziam parte do esquema, e que a logística de transporte era feita por anões de jardim.


Golden Lion Tamarin Enigma – Chapter I: Origins

Essa história remete a tempo antigos, e de tão antiga que é essa história, muitos acabaram por aumentar os fatos envoltos nela. Como eu estava presente no início, pude acompanhar a origem da discussão e o rumo que ela tomou. Creio que o que direi aqui não esclarecerá muitas dúvidas, mas trará à luz da realidade a verdade por detrás da fantasia.

Era o Ano de Nosso Senhor de 2006. Idade das Trevas. Enquanto os taberneiros originais contavam seus feitos e comemoravam com muita bebida e música na antiga choupana que viria a dar origem à taberna que conhecemos, um grupo de curiosos resolveu se aventurar pelo desconhecido mundo de questões esquecidas da BGB. Em uma dessas aventuras, foi levantada novamente a questão dos Micos Dourados.


Quenta Muilion – Cap. VII. A análise do Parma Muilion

Quenta Muilion

Quenta Muilion

Dois dias se passaram desde que voltamos à Taberna. A manhã está quente e abafada e um vento sul sopra trazendo ainda mais calor. O sol nascente ao leste está avermelhado e ainda é possível ver resquícios da noite ao oeste.

A Taberna está mal iluminada e Lörindir conversa com Fastolph que mal pode ser visto atrás do balcão. (mais…)


Quenta Muilion – A História dos Segredos. Cap VI – O Retorno à Taberna

 

Quenta Muilion

Quenta Muilion

 

 

Após a descoberta do Parma Muilion nos recolhemos para o merecido descanso e dois dias depois do dia do Conselho decidimos partir. Já se passaram 11 dias desde que o Primeiro Grito foi ouvido. Na manhã do dia da partida, antes mesmo de o sol nascer, preparamos oito mochilas com suprimentos para o retorno à Taberna e um pequeno carregamento de Lembas que é o suficiente para alimentar mais de uma dúzia de hobbits famintos ao longo de um mês todo, além de dois galões de miruvor. As mochilas foram divididas entre todos nós e a carga de Lembas foi alojada em um cavalo que nos acompanharia. (mais…)


Quenta Muilion – A História dos Segredos. Cap V – O Livro dos Segredos

 

Quenta Muilion

Quenta Muilion

 

 

– Amigos – diz Celeborn – É uma pena que nosso Conselho esteja terminando assim. Caso ninguém tenha algo a contestar, decido que os Três do Centro deverão retornar à Taberna e organizar uma busca aos Muili. Quem, dentre os membros deste conselho, quiser acompanhá-los, sinta-se livre para ir. Mas ninguém que não tenha participado deste Conselho, a não ser os membros da Taberna dos Bardos escolhidos pelos Três, poderá saber do que foi tratado aqui. A segurança da Terra Média depende desta missão. Caso os Muili sejam encontrados pelo inimigo e destruídos, o equilíbrio entre o Bem e o Mal ficará comprometido e Melkor poderá voltar. Se a lâmina de Angmacil sucumbir, a corrente Angainor que prende Melkor no vazio, também irá se romper e a Escuridão irá predominar novamente. O Destino daqueles que vivem na Terra Média depende da segurança dos Muili. Amigos, quem decidir seguir nesta tarefa, que vá em paz. Aqueles que optarem pela tranqüilidade de saber que alguns estão lutando por sua segurança, que vão em silêncio. Declaro encerrado o Conselho Prateado. (mais…)


The Bard’s Tavern – Chapter III: Dark Ages and the New Generation

Pensam que a história acabou? A história nunca acaba… Um novo ciclo sempre se inicia ao fim do ciclo atual… Pode parecer que a história acaba aqui, mas ela sempre continuará… Pode não ser assim tão cedo, mas um novo capítulo será escrito um dia…

Mas vamos ao que interessa… Apenas uma filha ficou (Beth, a quem muitos atribuem o título de taberneira oficial), a taberna ainda estava aberta, embora o movimento estivesse fraco ainda. Voltei a freqüentar a taberna mais vezes, e com o tempo, novos freqüentadores foram aparecendo. Alguns apenas de passagem, outros ficando por mais tempo. Há aqueles que estão conosco até hoje, como Gustäf, Marin (que foi deixada aqui ainda bebê, mas foi criada por uma família das redondezas), Lörindir, Nessa Eärfalas…

(mais…)


Itrhut Himura e Bruno Pato liberam a criatividade

Um frequentador da Taberna do Bardos pegou sua faca e escreveu um texto na parede do banheiro (que ainda está fedendo!!!!). Acho que ninguém viu, mas o texto ficou bastante interessante… É uma compilação de músicas do Blind Guardian em um texto bastante criativo!

Parabéns aos autores Itrhut Himura e Bruno Pato!

I knew The Lord of the Rings and the Mr. Sandman, I hear The Bard’s Song and the Mordred’s Song until the Nightfall.

I did a Journey Through the Dark Into the Storm in A Dark Passage like a Traveler in Time that going Somewhere far Beyond and after I remain Lost in the Twilight Hall, I release by mistake All the King’s Horses and receive a Punishment Divine, was Banished from Sanctuary and Damned for All Time. I pray to the Majesty, The Wizard, and I Wait for an Answer in the Hall of the King, but he went Valhalla By the Gates of Moria And Then There Was Silence.

But my Lionheart Run to the Night, Follow the Blind to the Battlefield. There, I find the Battalions of Fear, an Another Holy War begun and I was Captured Under the Ice by The Soulforged that said “Welcome to Dying”, but I’m Alive, my friend.

Born in a Mourning Hall, Another Stranger Me has Imaginations from the Other Side about A Past and Future Secret in the Precious Jerusalem with your Bright Eyes.

So I ask me “Time What is Time?” But I not find The Quest for Tanelorne.

I enter in the Theatre of Pain and in The Black Chamber, I understand that I’m dead: from the Ashes to Ashes. The Last Candle blow out and I said “Goodbye My Friend, this is The Script for My Requiem And the Story Ends”.

Don’t Break the Circle of Life and Death, this is The New Order.


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