Corpo bonito… cabeças vazias.
Saudações elfos, humanos, hobbits, bardos…
Demorei um tempo para postar e mesmo entrar para administrar o blog. Peço desculpas aos que acompanham a Taberna dos Bardos.
Fui passar o feriado do carnaval no interior (voltei para SP meus amigos obaaaa!!!) e como lá ou é pagode, sertanejo ou funk que se ouve, decidi deixar em uma rádio ao menos “ouvivel”… o que me intrigou foi uma música do Gabriel, o Pensador, que depois de pesquisar, descobri o nome “Nádegas a declarar”.
Não curto o estilo musical dele, mas confesso que ele escreveu sobre uma coisa que está muito na moda: Exposição feminina, cabeças vazias, modismos… Como todos sabem pelos posts, eu tenho aversão a modismos e essa música é muito realista nesse ponto. Mulheres expõem-se até mesmo ao ridículo, a serem taxadas como mulheres vulgares, deturpam a imagem da mulher.
Tá bom, podem dizer que estou sendo louco de criticar, mas é a minha opinião e creio que de muitos que lêem isso. Notem bem, nada contra o estilo musical Funk, Pagode, Axé… não escuto, às vezes brinco criticando, mas neste post estou criticando a atitude de expor a mulher ao ridículo, porque desde que começou a onde de Tchan, Gerassamba… vemos crianças dançando como Carla Perez, Sheila Carvalho e os pais rindo, achando bonito… cada um, cada um, claro, mas isso, mais uma vez repito, expõe a mulher demais, cria a ideia de que isso é o correto, o legal, o bonito.
Um amigo meu, quando ainda existia a moda “Tchan” ele dizia que abaixava o volume da TV e ficava vendo as “bundas para o alto” hehehe… Mas sempre foi critico quanto a isso de a mulher ser exposta assim.
O Gabriel, o pensador, foi extremamente criticado quando lançou a música “Lora Burra”, mas alguns (muitos) leigos achavam que a música criticava as LOIRAS o que é completamente errado. Ela fala, exatamente como essa música “nádegas a declarar” da futilidade de algumas mulheres (loiras, Morenas, Ruivas, Negras, Amarelas).
Eu postei as músicas abaixo para que entendam do que falo… espero a opinião de vocês!
Nádegas A Declarar
Ordem e progresso
Sua bunda é um sucesso
Nádegas a declarar!
Nádegas a declarar!
Ordem e progresso
Sua bunda é um sucesso
Nádegas a declarar!
Nádegas a declarar?
Claro que não!
Eu tenho opinião
Nesse papo de bundão
E vou dizer
Mas primeiro você
Fernanda!
Primeiro as damas
O que que cê manda?
Aí, Gabriel!
Vou logo deixar claro
Não é lição de moral
Todo mundo tá sabendo
Que sambar é tropical
No país do futebol e carnaval
Mexer essa bundinha
Até que é natural
No meu ponto de vista
Sem querer ser feminista
A bundalização
É bastante estimulada
Por essa cultura machista
Cê sabe! Tá cheio
De porco-chauvinista
Por isso que esse papo
Não é só pras menininhas
É prá todos esses caras
Que dão força que dão linha
No concurso
Na promessa de um futuro
No programa de TV
E no rádio
Toda hora prá você!
A-aha! Arrebita a rabeta!
A-aha! E me diz, meu bem
O que mais que você tem?
A-aha! Arrebita a rabeta!
Arrebita bem a bunda
Vagabunda!
Que a bunda é tudo de bom
Que você tem
O quê que você tem de bom
Além do bumbum?
Um talento, algum, dom?
Ou as suas qualidades
Estão limitadas ao balanço
Dessa bunda arrebitada?
O que que você tem
Além da bunda?
Pense bem
Que a pergunta é profunda
Não, não é isso, menina!
Eu não tô falando
Da sua virilha
Que deve ser uma maravilha
Mas seu cérebro é menor
Do que um caroço de ervilha!
Ô minha filha!
Acorda prá vida
A sua bunda tá em cima
Mas sua moral tá caída
A dignidade tá em baixa
Você só rebola, só rebola
Só rebola e se rebaixa
E se encaixa no velho perfil:
Mulher objeto
Em pleno ano dois mil
E um, e dois, e três
Sempre tem alguém
Prá ser a bunda da vez
Te chamam de celebridade
E você acredita
Enche o rabo de vaidade
E arrebita!
A-aha! Arrebita a rabeta!
A-aha! E me diz, meu bem
O que mais que você tem?
A-aha! Arrebita a rabeta!
Arrebita bem a bunda
Vagabunda!
Que a bunda é tudo de bom
Que você tem
Você tira até retrato
Três por quatro de costas
Pensa com a bunda
E quando abre a boca
Só sai bosta
Talvez você nem seja
Tão piranha
Mas qualquer concurso
Miss bumbum que tem
Você se assanha
A-aha! E tira foto
Fazendo pose
De garupa de moto
A-aha! Vai sair na revista
E o povo vai dizer
Que você é artista
Porque agora bunda é arte
É cultura, é esporte
É até filosofia
Quase uma religião
E se você tiver sorte
Pode ser seu passaporte
Para fama ou prá cama
Pode ser seu ganha-pão
Bunda conhecida
Bunda milionária
Bonitinha mas ordinária
Que nem otária na TV
De perna aberta
Queima o filme das mulheres
E se acha muito esperta
Vai, vai lá!
Vai entrar na dança
Vai usar a poupança
Vai ficar orgulhosa
Sem saber o mau exemplo
Que tá dando pras crianças
Adolescentes, adultas
E adultos retardados
Que idolatram
Um simples rebolado
Bando de bundão!
Aplaudindo a atração
Não pelas idéias
Mas pelo burrão!
A-aha! Arrebita a rabeta!
A-aha! E me diz, meu bem
O que mais que você tem?
A-aha! Arrebita a rabeta!
Arrebita bem a bunda
Vagabunda!
Que a bunda é tudo de bom
Que você tem!
-Ordem e progresso
Sua bunda é um sucesso
-Ai, nádegas a declarar!
Lombo ambulante
Burrão ignorante!
Sua bunda é alucinante
A rabeta arrebenta
Mas beleza não é tudo
Além da forma
Tem que ter conteúdo
Senão você
Se torna descartável
Que nem uma boneca inflável
Então encare a realidade
Com seu olho da frente
E veja a vida
De uma forma diferente
Porque uma mulher decente
Pode ser muito mais atraente
Que uma bunda sorridente
Então, garota sangue bom
Se liga na missão
Se liga nesse toque
Ser ou não ser
Eis a questão!
A vida é bem mais
Que um número no Ibope
Deixe a sua mente
Bem ligada
Ou vai ficar injuriada
Reclamando
Que não é valorizada
Pára prá pensar
Bota a bunda no lugar
E a cabeça prá funcionar!
A-aha! Arrebita a rabeta!
A-aha! E me diz, meu bem
O que mais que você tem?
A-aha! Arrebita a rabeta!
Arrebita bem a bunda
Vagabunda!
Que a bunda é tudo de bom
Que você tem
Solta essa bundinha
Solta o verso
Solta a rima minha filha
Solta o verbo
Na cara do Brasil
Que atrás de você
Virão mais de mil!
Eu também não sou chegado
Em celulite
Mas eu vou te dar um palpite
Exercite a tua mente
E não se irrite
Se eu tô sendo muito franco
Mas atualmente
Ela só pega no tranco
Amanhã
Você vai olhar prá trás
E vai ver que o seu colã
Já não entra mais
Vai querer fazer uma lipo
Vai querer meter silico
E vai continuar
Pagando mico! Ah!
A-aha! Arrebita a rabeta!
A-aha! E me diz, meu bem
O que mais que você tem?
A-aha! Arrebita a rabeta!
Arrebita bem a bunda
Vagabunda!
Que a bunda é tudo de bom
Que você tem!
Ordem e progresso
Sua bunda é um sucesso
Nádegas a declarar!
Nádegas a declarar!
Ordem e progresso
Sua bunda é um sucesso
Nádegas a declarar!…(2x)
O uso de músicas em RPG
Saudações Elfos, Humanos, Hobbits, Geeks, Nerds, Bardos, RPGistas…
Há um certo tempo atrás publiquei aqui as 10 melhores músicas para jogar RPG… pois bem… os nossos amigos do blog Nerd, não Geek, decidiram levar a temática além da lista das 10 melhores e destrincharam o tema.. pow… fiquei até com vergonha… hehehe

Taram… ram ram taram…
Quem nunca jogou RPG com músicas de background? Esse é um recurso ótimo para a interpretação no jogo de RPG, mas que poucos grupos utillizam. Vamos dar dicas de como usar essa ferramenta que deixa muito mais especial uma seção de jogo.
1. Músicas Ativam Memórias
• Eventos freqüentemente usam músicas específicas. Como seria o carnaval, uma festa ou um grande desfile sem os sons adequados?
• Tocar música solene e refinada (música clássica) pode realçar o poder de um rei descendo a escadaria de seu castelo para atender os PC’s.
• Pelo jogador
• Pelos outros jogadores no grupo.
* Isso pode ser feito em um computador ou tocador de MP3, através do programa apropriado.
* Se você estiver usando CD’s feitos em casa, eles podem ser etiquetados.
* Se você estiver usando CD’s comprados, é uma boa idéia fazer uma lista das faixas e para o quê elas são apropriadas.
* Estéreos com capacidade para vários CD’s são beneficiados por uma lista de disco e número das faixas.
* Categorias sugeridas são: combate, viagem, sinistro, estalagem/taverna, realeza e, é claro, existem muitas mais dependendo do seu estilo, gênero e cenário de campanha.
Confie em mim, eu sou o Dr. OZZY
Saudações elfos, humanos, Hobbits, Hipocondriacos, viciados e afins…
Devem estar achando o título do post diferente? Pois sim! Trata-se do nome do livro do “Doutro” Ozzy Osbourne onde podemos encontrar conselhos diversos para diversos tipos de doenças… até mesmo para corrigir filhos malcriados.
Brincadeiras à parte, este foi um presente muito especial que ganhei de minha namorada. Só tenho que agradecê-la por me dar um livro tão ótimo, com conselhos médicos, auto diagnóstico… hehe
Já começando pela capa e aba interior, o livro faz você rir…
“Eis a verdade: seu médico nunca engoliu uma abelha a 110 km/h ou foi declarado clinicamente morto
(duas vezes!). Tampouco teve sua família eleita a mais disfuncional da civilização ocidental, suportou
semanas de injeções antirrábicas (graças a um desentendimento com um morcego!), recebeu um
diagnóstico errado de Mal de Parkinson, quebrou o pescoço em um acidente de quadriciclo, sobreviveu a um acidente de avião ou foi considerado um milagre por estar vivo após consumir montanhas das mais pesadas drogas.
Ozzy Osbourne, sim. E só quem tem um histórico médico invejável como ele pode dar dicas e conselhos
sobre saúde e vários outros temas, inclusive de ordem sentimental.
Então por que não se juntar ao crescente número de pacientes que procuram o Príncipe das Trevas para saber desde como não espirrar ao tirar a sobrancelha até como acabar com o ronco de seu marido antes que ele acabe com o seu casamento?
Seguindo o mesmo preceito de sua coluna no The Sunday Times – sucesso de público -, Confie em mim, eu sou o Dr. Ozzy é hilariante, estranhamente informativo e, com certeza, a consulta mais divertida que você terá na vida.”
O livro ainda tem cara de caixa de medicamento pois na contracapa, tem uma tarja vermelha informando o seguinte:
“Não use o DR. OZZY se você sofre de problemas médicos, doenças ou outras preocupações de saúde, já que isso pode causar morte repentina ou sintomas semelhantes aos da morte.
O uso do DR. OZZY é legalmente proibido em muitos territórios e pode ser considerado crime.
Os efeitos colaterais mais frequentemente observados do DR. OZZY incluem histeria e indigestão.”
Por essa descrição já pode-se imaginar o conteúdo hilário do livro.
E mais uma vez, agradeço à minha linda namorada por ter me dado um presente tão especial de um sobrevivente do Rock! Ela sabe o quanto gosto do Mr. Ozzy Osbourne e, mesmo não gostando do estilo musical, sabe muito bem como presentear o namorado e respeitar, acima de tudo, o que eu gosto.
Camila… eu te amo para sempre!!
Quem diria hein? Gostar de rock começa a pesar na avaliação profissional
Saudações Elfos, Bardos, Hobbits, Humanos…
É engraçado ler isso, mas, achei interessante publicar aqui no blog a reportagem, até mesmo na integra.
Não tenho nada contra os outros estilos musicais, apesar de não ouví-los, mas o Rock e demais estilos variados é eterno!
fonte: http://blogs.estadao.com.br/combate_rock/gostar-de-rock-comeca-a-pesar-na-avaliacao-profissional/
Por mais preconceituoso que seja, não dá para fugir: a forma como a pessoa fala, se veste, age, trabalha, dirige e muitas coisas mais dizem muito sobre o indivíduo. Dá para julgar cada um por esse tipo de coisa? Cada um avalie da forma como achar melhor.
Da mesma forma, os hábitos culturais – os livros que lê, a música que ouve, os eventos frequenta – também dizem bastante sobre as pessoas. Existe a chance de se errar por completo, mas faz parte do jogo.
Dois fatos importantes, apesar de corriqueiros, mostram que os apreciadores de rock podem ter esperança de dias melhores, apesar dos casos recorrentes de preconceito explícito e perseguição por conta do gosto pessoal em pleno século XXI – algumas dessas excrescências têm sido narradas aqui em textos no Combate Rock.
No começo de agosto um gerente de uma grande multinacional instalada no ABC (Grande São Paulo) penava para contratar um estagiário para a área de contabilidade e administração. Analisou diversos currículos e entrevistou 24 jovens ainda na faculdade ou egressos de cursos técnicos.
Conversou com todo o tipo de gente, do mais certinho ao mais despojado, do mais conservador à mais desinibida e modernosa. Preconceitos à parte, procurou focar apenas a questão técnica e os conhecimentos exigidos.
Alguns candidatos até possuíam a maioria dos requisitos exigidos, mas acabaram desclassificados em um quesito fundamental para o gerente: informação geral, que inclui hábitos culturais.
O escolhido foi um rapaz de 20 anos, o penúltimo a ser escolhido. Bem vestido, mas de forma casual, usando rabo de cavalo, mostrou segurança e certa descontração, além de bom vocabulário e de se expressar de forma razoável, bem acima da média.
Durante as perguntas, o gestor observou que o garoto segurava um livro e carregava um iPod. O livro era a biografia de Eric Clapton. Após a quinta pergunta, direcionou a conversa para conhecimentos gerais e percebeu que o rapaz lia jornais e se interessava pelo noticiário.
“Você gosta de rock?”, perguntou o gerente. “Sim, e de jazz também”, respondeu o garoto. O entrevistador não se conteve e indagou se o rapaz se importava de mostrar o que o iPod continha. E viu um gosto eclético dentro do próprio rock: havia muita coisa de Black Sabbath, Deep Purple, AC/DC, mas também de Miles Davis e big bands.
“Não aprecio rock, não suporto o que minhas filhas ouvem, mesmo seja Rolling Stones, meu negócio é Mozart, Bach e música erudita. Mas uma coisa eu aprendi nas empresas em que passei e nos processos seletivos que coordenei: quem gosta de rock geralmente é um profissional mais antenado, que costuma ler mais do que a média porque se interessa pelos artistas do estilo. Geralmente são mais bem informados sobre o que acontece no mundo e respondem bem no trabalho quando são contratados. Nunca me arrependi ao levar em consideração também esse critério”, diz o gerente.
O resultado é que o garoto foi contratado após 15 minutos de conversa, enquanto cada entrevista com os outros candidatos durava 40 minutos. “Não tive dúvida alguma ao contratá-lo. E o mais interessante disso: percebo que essa é uma tendência em parte do mercado há pelo menos três anos, pois converso muito com amigos de outras empresas e esse tipo de critério está bastante disseminado. Quem gosta de rock é ao menos diferenciado”, finalizou o gestor.
Já em uma escola particular da zona oeste de São Paulo, do tipo mais alternativo e liberal, o trabalho de conclusão do ensino médio era uma espécie de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) das faculdades. A diferença é que, para não ter essa carga de responsabilidade, foi criado uma espécie de concurso para premiar algumas categorias de trabalhos – profundidade do tema, ousadia, importância social e mais alguns critérios.
O vencedor geral foi o de uma menina esperta de 17 anos, filha de um jornalista pouco chegado ao rock, mas com bom gosto para ouvir jazz e blues. O trabalho tentava traduzir para a garotada a importância dos Beatles para a música popular do século XX.
Para isso realizou uma ampla pesquisa sobre as origens do blues, do jazz, da country music norte-americana e traçou um panorama completo da evolução do rock desde os primórdios até os megashows de Rush, AC/DC, U2 e Metallica. Seu trabalho contou ainda com a defesa de uma tese em frente a uma banca de professores.
O resultado é que, além do prêmio principal – placa de prata e uma quantia em dinheiro em forma de vale para ser gasto em uma livraria –, acabou sendo agraciada com a proposta de transformar seu trabalho em um pequeno livro, bancado pela escola. Detalhe: a reivindicação partiu dos colegas da menina, que ficaram fascinados com a história do rock – poucos deles eram íntimos do gênero, pelo que o pai da menina me contou.
Os Beatles foram o ponto de partida para uma aluna de um colégio paulistano para traçar um panorama extenso e completo sobre a história do rock; o trabalho ganhou prêmio e vai se transformar em livro
Seria um flagrante exagero afirmar que gostar de rock facilita a obtenção de emprego ou estágio – ou que quem gosta de rock é muito melhor aluno do que os outros nas escolas. Mas o simples fato de haver reconhecimento de que apreciar rock frequentemente leva a uma situação diferenciada já é um alento diante dos seguidos casos de intolerância e preconceito.
Gostar de rock não torna ninguém melhor ou pior, mais ou menos competente, mais ou menos inteligente. Mas os casos acima mostram que o roqueiro pode se beneficiar de situações em que é possível se mostrar diferenciado, mostrando uma cultura geral acima da média e mais versatilidade no campo profissional. E o que é melhor, isso começa a ser reconhecido por um parte do mercado.
Bom gosto não se discute: adquire-se.
Inspirações “Tolkenianas”
Saudações Fãs de boa música, RPG, Histórias Medievais… Saudações Hobbits, Anões, Elfos, Meio-Elfos, Humanos…
O Escritor J. R. R. Tolkien, desde a publicação de “O Hobbit” que aconteceu pela primeira vez em 1937, vem encantando adultos, adolescentes, crianças, além suas obras servirem de inspiração para jogos de RPG, personagens, seriados e tem grande influência em composições, nomes de bandas, discos… mesmo que apenas com uma pequena citação…
O site Whiplash.net publicou uma resenha muito legal falando dessa ligação das obras do autor com a música.
Aproveitando-me da proximidade do Show do Blind Guardian, Lançam, decidi pesquisar mais sobre o assunto…
As obras de J.R.R. Tolkien que serviram de inspiração para pintores, músicos, filmes políticos e escritores, de tal forma que Tolkien é por vezes visto como o “pai” de todo o gênero de fantasia. A produção de tais trabalhos derivados é, por vezes, de duvidosa legalidade, porque trabalhos de Tolkien publicados permanecerão com direitos até 2043. O filme, as exibições e os direitos de O Hobbit e O Senhor dos Anéis são detidas pela Tolkien Enterprises, enquanto os direitos de O Silmarillion e outros materiais permanecem com a JRR Tolkien Estate Ltd.
Artes e Ilustrações
As primeiras ilustrações das obras de Tolkien foram desenhadas pelo próprio autor. Em 1937, O Hobbit foi pela primeira vez ilustrado por desenhistas profissionais para a edição americana. Tolkien fez muitas crítica em relação a esta, e em 1946 ele rejeitou ilustrações de Horus Engels para a edição alemã do Hobbit, alegando que ela era muito “Disneyficada”.
Anões – Dwarves
Conforme escritos históricos, os anões nasceram dos vermes que roíam o cadáver de um gigante, denominado Ymir, mas outros relatos mencionam que eles surgiram dos ossos e do sangue de outro, o gigante Blain. Viveram em Nidavellir (um dos denominados nove mundos, criados pelos deuses), e alguns deles habitaram até mesmo em Midgard (reino dos humanos na mitologia nórdica, correspondendo à Terra).
São seres que vivem no subterrâneo, uma vez que a luz tem o poder de transformá-los em pedra. São vistos como tendo seus próprios chefes e atribuições diversas, muitos deles conhecem o futuro. Não são belos, usavam grandes barbas, e possuem inteligência superior. São hábeis artífices; são particularmente peritos no trabalho de forja, fazem não só armas dos deuses mas também as jóias das deusas. Entretanto, os anões também possuem má reputação, pois são vistos usualmente como gananciosos, quando diante dos metais preciosos, e além disso ladrões e trapaceiros.
Valhalla
Valhalla é derivado da mitologia nórdica ou escandinava, e significa o local para onde os guerreiros vikings eram dirigidos após a morte em batalhas honrosas. Há outras formas de se escrever a mesma palavra: Walhala, Valhala, Valíala ou Valhol.
A mitologia conta que Odin, o maior dos deuses nórdicos, governante de Asgard (reino dos deuses nórdicos) e senhor da magia, recebeu a notícia de que todos os seus filhos e outros guerreiros seriam mortos. Ao procurar um oráculo, uma deusa da sabedoria, não conseguiu a confirmação de tal notícia. Mas com insistência, Odin seduziu a deusa e teve com ela nove filhas, as famosas Valkirias.
Uma dessas filhas foi indicada por Odin para que construísse um grande e mágico palácio, que seria denominado o “Castelo de Valhalla”, localizado em Asgard. Este castelo receberia os guerreiros que porventura morressem em batalhas – guerreiros estes chamados de “Guerreiros de Odin – ou Einherjar”.
Alguns destes guerreiros passariam seus dias treinando em combates, e à noite desfrutariam de grandes banquetes e orgias. Mas para conseguir tais benefícios, a condição imposta era de que formassem um exército – o “Exército das Almas Vivas”- e que protegessem o castelo. Esse exército seria invencível (até o fatídico dia do Ragnarok – a batalha que levaria a destruição dos deuses, gigantes e monstros, e até o próprio universo seria despedaçado irreversivelmente em partes). Os demais guerreiros seguiriam para o palácio da deusa Freyja – Palácio de Folkwang.
Hoje, com o nome de Valhalla encontramos:
- Templo de Walhalla, localizado na cidade de Ratisbona, na Baviera – Alemanha. Erguido no século XIX, todo em mármore, por Ludwig I – rei da baviera – teve como inspiração o Parthenon em Athenas.
- Walhalla – cidade do condado de Pembina, no estado de Dakota do Norte – EUA – com uma área de 2.7 km2 e uma população de 1507 habitantes, de acordo com o censo demográfico do ano de 2000.
- Valhalla- música da banda Blind Guardian, presente no álbum Follow The Blind – 1989 – que fala sobre deuses, o paraíso Valhalla e a libertação.









