Entre, pegue uma bebida e fique à vontade… Não repare a bagunça!

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A arte e o prazer da Cerveja – Cap. II: Dark Lager

Ainda sofrendo da total falta de assunto para escrever, voltamos com a série de posts sobre o líquido sagrado, abençoado por Deus (pelos deuses pagãos, e também pelos frades durante seu período de jejum), a Cerveja. A princípio, o post seria sobre cerveja Schwarzbier, mas serei um pouco mais abrangente, falando sobre o estilo Dark Lager. Portanto, para vocês que estão nos lendo na Acadêmicos do Pink Floyd, ou na Taberna dos Bardos, sentem-se, peguem seu mug, encham com uma Eisenbahn Dunkel, e aproveitem o texto.

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O fim de uma era

A noite de sábado prometia, e assim se cumpriu. Enfim, pude dar meu adeus às World Tours do Judas Priest, embora a distância tenha quase me sacaneado.

Foi um voo solo. A única companhia que tive foi a de minha própria sombra, diferente dos meus companheiros da Taberna nesta sexta, e diferente de como será com meus companheiros de APF ano que vem, no Rio. Mesmo assim, valeu a pena.


A arte e o prazer da Cerveja – Cap. I: Cerveja Pilsen

Por total falta de assunto para escrever, inicio agora uma série de artigos, que serão publicados nos blogs Acadêmicos do Pink Floyd e A Taberna dos Bardos, sobre mais uma paixão nacional, além de carro, futebol e bunda: Cerveja! Isso mesmo, meus queridos (e principalmente, queridas). Muito se fala sobre cerveja, mas poucos sabem como apreciar adequadamente uma bela cerveja, ou mesmo sabem com quais pratos um determinado tipo de cerveja se harmoniza, levando quem consegue esta proeza à um êxtase gustativo indescritível.

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The Bard’s Tavern – Chapter IV: Today

Há pouco tempo retornei à taberna. Por algum motivo não pude sair de Midgard, motivos estes que desconheço ainda. Portais tradicionais, como Stonehenge e o Triângulo das Bermudas se encontravam selados. Magias do tipo Warp não funcionavam. Consegui manter comunicação, mas o tempo era limitado. Fora terremotos, chuvas incessantes e, mais recentemente, um vulcão que entra em erupção, me faziam crer que algo estava errado…

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Golden Lion Tamarin Enigma – Chapter II: The Quest

Como eu havia dito antes, certas questões foram mantidas longe do conhecimento público. Não seria diferente com “A questão dos Micos”, já que era um assunto do qual muitos anciões não gostavam nem de lembrar. Até aquele dia…

As informações que tínhamos na época diziam que Hansi Kürsch se alimentava de micos para manter sua potência vocal elevada e o timbre de sua voz cristalino. Em um determinado período da história, inicia-se o tráfico de micos dourados das florestas brasileiras. Alguns anciões dizem que membros da BGB faziam parte do esquema, e que a logística de transporte era feita por anões de jardim.


Golden Lion Tamarin Enigma – Chapter I: Origins

Essa história remete a tempo antigos, e de tão antiga que é essa história, muitos acabaram por aumentar os fatos envoltos nela. Como eu estava presente no início, pude acompanhar a origem da discussão e o rumo que ela tomou. Creio que o que direi aqui não esclarecerá muitas dúvidas, mas trará à luz da realidade a verdade por detrás da fantasia.

Era o Ano de Nosso Senhor de 2006. Idade das Trevas. Enquanto os taberneiros originais contavam seus feitos e comemoravam com muita bebida e música na antiga choupana que viria a dar origem à taberna que conhecemos, um grupo de curiosos resolveu se aventurar pelo desconhecido mundo de questões esquecidas da BGB. Em uma dessas aventuras, foi levantada novamente a questão dos Micos Dourados.


The Bard’s Tavern – Chapter III: Dark Ages and the New Generation

Pensam que a história acabou? A história nunca acaba… Um novo ciclo sempre se inicia ao fim do ciclo atual… Pode parecer que a história acaba aqui, mas ela sempre continuará… Pode não ser assim tão cedo, mas um novo capítulo será escrito um dia…

Mas vamos ao que interessa… Apenas uma filha ficou (Beth, a quem muitos atribuem o título de taberneira oficial), a taberna ainda estava aberta, embora o movimento estivesse fraco ainda. Voltei a freqüentar a taberna mais vezes, e com o tempo, novos freqüentadores foram aparecendo. Alguns apenas de passagem, outros ficando por mais tempo. Há aqueles que estão conosco até hoje, como Gustäf, Marin (que foi deixada aqui ainda bebê, mas foi criada por uma família das redondezas), Lörindir, Nessa Eärfalas…

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The Bard’s Tavern – Chapter II: The Fall and the Reign of the Mother

Meus caros jovens, se vocês acham que tudo sempre foi uma grande festa na taberna, estão enganados…

Logo após a contratação do taberneiro bigodudo, do qual eu não me recordo o nome agora, a taberna continuou com seu ritmo normal. O comércio ia bem, as pessoas visitavam sempre o estabelecimento, ou seja, estava tudo bem. Como eu disse anteriormente, eu vagava por vários lugares nessa época. Entre minhas visitas à Londres, Nova Iorque, Los Angeles, São Paulo, Asgard, o próprio Inferno (isso mesmo, tenho passagem livre depois de ganhar uma aposta que fiz com Lúcifer), eu dava uma passadinha por aqui, pra rever os amigos. Mas durante um tempo, eu fiquei meio ausente, mas não muito longe. Eu fazia parte de um grupo de investigação que tentava descobrir os membros de uma rede de tráfico de Micos Dourados, mas a investigação acabou não indo muito pra frente. Por passar um tempo considerável no chat underground da BGB, eu acabei perdendo alguns eventos da taberna.

Quando voltei a freqüentar a taberna, parecia tudo normal. Mas depois de um tempo, o movimento começou a cair. A taberna não era mais a mesma. O taberneiro, depois de um tempo, desapareceu, fazendo com que a taberna voltasse ao seu formato antigo. Poucos visitavam a taberna, o que indicava que nem tudo estava perdido, mas que demoraria até que tudo voltasse ao normal, se voltasse ao normal (maldita explosão das redes sociais). É nesse período que uma família, composta apenas por mulheres, chega às redondezas e resolve assumir a administração da taberna (grilagem na veia, não?!). A matriarca da família era uma mulher muito bonita, mas também muito geniosa. As filhas, com o perdão da má palavra, pareciam cães de guarda, protegendo a mãe á qualquer custo. E assim seguiu-se o tempo, movimento razoável, alguns arranca-rabos com os clientes de vez em quando, mas aparentemente, o ritmo estava voltando ao normal. Depois de algum tempo, a família se dispersou, ficando apenas uma das filhas no “comando” da taberna. Mas isso já é conversa para outra oportunidade…


The Bard’s Tavern – Chapter I: The Beginning

Esta é uma história que muitos de vocês, jovens que freqüentam a taberna, conhecem apenas os fatos recentes. Alguns estavam lá antes da queda da antiga taberna, outros a conheceram após sua reconstrução. Eu, na época um jovem bardo iniciando minha jornada espiritual, estava lá no início e presenciei, senão todos, a maioria dos acontecimentos que ocorreram neste lugar mágico. Não garanto a veracidade de tudo o que eu possa dizer aqui, pois estou velho, e minha memória já anda me pregando muitas peças, sem falar que muitos dos dados históricos da taberna foram perdidos na sua destruição. Mas, mesmo assim, peço que vocês se aproximem e ouçam o que este velho e louco bardo tem a vos dizer…

Vivíamos na Idade das Trevas. Era o Ano de Nosso Senhor de 2006, se não me engano. Conversas se espalhavam por todos os cantos da Blind Guardian Brasil, o que gerava muitos tópicos desnecessários, e porque não dizer, alguns inúteis. No intúito de centralizar todos estes assuntos, e também de se criar uma interação entre os membros da comunidade, um grupo de desbravadores criou o chat oficial: a Taberna dos Bardos.

À partir daí, a Taberna se tornou o ponto de encontro não só dos habitantes dos domínios da Blind Guardian Brasil, mas também de visitantes oriúndos de outros reinos, da Meninas Blind Guardian até Morrendo, passando por Tanelorn, e outros reinos circundantes, sem mencionar os universos paralelos, nos quais eu atrevo a me aventurar sempre. Vivíamos em tempos de paz, hidromel e muito javali. Taberneiro?! No princípio não havia, pois todos os que freqüentavam tinham um pouco de taberneiro dentro de si, e ajudavam sempre. O ambiente era bem rústico, com alguns barris de hidromel espalhados pelo local, um armário com algumas garrafas de bebidas variadas, um fogão à lenha ao fundo, próximo do balcão, onde eram feitos deliciosos guisados e onde os majestosos javalis eram assados. Toda noite era noite de festa. Muita conversa, muita música, flertes pra lá e pra cá. Magos, elfos, anões, bardos, guerreiros de todos os tipos: vikings, goths, celtas, saxões, todos em perfeita harmonia.

Com o passar do tempo, houve um aumento considerável do número de freqüentadores, o que levou à contratação de um taberneiro, para que se houvesse um controle dentro da taberna. Mas isso já é conversa para uma outra hora…


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